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Teste ao UFC 3: Sangue, suor e lágrimas

O modo de carreira é viciante e o facto de ser semelhante a uma luta real obriga o jogador a recorrer a estratégia para sair vencedor do Octagon. Não aconselhável a lutadores ocasionais, só para artistas marciais

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Paulo Matos

Paulo Matos

Jornalista

Desengane-se quem está à espera de encontrar em UFC 3 um festival de pancada, cheio de ação frenética. Quer dizer, é possível partir com tudo para cima do adversário e debitar golpes a um ritmo avassalador, mas o mais provável é que acabe por correr mal. Isto porque este UFC é um verdadeiro simulador, que se aproxima muito a um combate real de MMA – quer isto dizer que desferir muitos golpes seguidos mina a resistência do lutador e deixa-o vulnerável a um contra bem aplicado e que pode ter um forte impacto. Esta é, no fundo, a característica diferenciadora deste jogo: o sucesso não depende do carregar rápido e aleatório de botões, há uma componente de estratégia que não se pode negligenciar e que nos “obriga” a explorar as mais-valias do nosso lutador (combate em pé, wrestling ou submissões).

Este artigo faz parte da Exame Informática Semanal. Para continuar a ler, CARREGUE AQUI (acesso gratuito)

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