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Teste ao Nissan Micra Tekna: O Micra já não é micro

Sérgio Magno

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O Micra tem potencial para voltar a ser um carro de sucesso graças a um design entusiasmante e à tecnologia que, na versão Tekna, aumenta significativamente a segurança a bordo

Já há muito tempo que o Nissan Micra não entusiasmava ninguém. Mas tudo muda nesta nova versão. Além do design mais desportivo com linhas bem conseguidas, há alguns jogos de cores que fazem com que este carro dê nas vistas. Como é, aliás, o caso do Micra ensaiado: cinzento-escuro com frisos laterais, espelhos e pormenores das jantes e dos para-choques em laranja (opção Energy Orange). O que joga muito bem com o interior, já que também o tablier e os bancos têm pormenores em laranja. Extras que adicionam 650 euros ao preço, mas que tornam o Micra bem distintivo – para quem gosta de um design ainda mais agressivo, a opção Exterior Ultimate faz com que o Micra pareça um “carro de corridas”. Infelizmente, os travões de tambor nas rodas traseiras estragam um pouco o efeito, apesar de não termos notado que afetassem negativamente a capacidade de travagem. Ainda bem porque o pequeno motor turbo de 90 cavalos “mexe-se” suficientemente bem para uns momentos de maior diversão. Neste campo, é de salientar que Nissan fez um bom trabalho a esconder que o motor tem apenas três cilindros. É, por exemplo, claramente menos ruidoso que os três cilindros da Volkswagen. Pela negativa, medimos consumos médios acima dos 7 l/100 km, que facilmente podem subir ainda mais se nos deixarmos entusiasmar. Um pouco excessivo para os tempos que correm. Neste campo, é pena que a Nissan não comercialize uma versão eletrificada do Micra para ajudar a diminuir os consumos e as emissões.

Este conteúdo é parte integrante da Exame Informática Semanal. Para continuar a ler clique AQUI (acesso livre)

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