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Opel Crossland X em teste: o citadino que gosta do campo

É pequeno por fora, mas polivalente por dentro. Tem um formato mais próximo de monovolume, mas é um crossover. Será o Crossland X uma fórmula que agrada a todos ou um carro que se perdeu na tentativa de o conseguir?

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A (desatualizada) lei que regulamenta as classes de portagens transformou um sucesso europeu, o Opel Mokka, num fracasso em Portugal – à exceção das ilhas, onde não há portagens. O Crossland X tem semelhanças óbvias com o Mokka, mas já é classe 1, o que torna a Opel competitiva no mercado dos crossovers compactos, que está em crescendo.

E este “não assim tão pequeno” carro tem argumentos sólidos. Para começar, apesar das medidas exteriores contidas, tem certamente um dos interiores mais espaçosos da categoria – pelo menos é o maior entre os que já testámos. O que nos leva à primeira característica que nos convenceu: o conforto dos bancos da frente. À primeira vista, nem parecem nada de especial, mas após horas dentro deste carro, tornou-se evidente que a Opel desenhou uns bancos que nem são demasiado duros, nem demasiado moles, nem demasiado apertados, nem com insuficiente apoio lombar… São de um equilíbrio raro de se sentir neste nível de preços. A posição elevada e os vidros amplos permitem uma boa visibilidade para todos os ocupantes. Neste campo, só temos a criticar os “triângulos” formados na base dos pilares frontais, que prejudicam a visibilidade do condutor quando olhamos para os cantos inferiores do para-brisas.

Este conteúdo é parte integrante da Exame Informática Semanal. Para continuar a ler clique AQUI (acesso livre)

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