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Mazda CX-5 em teste: O SUV com uma pitada de GT

O CX-5 é requintado e oferece uma condução divertida q.b., mas a tecnologia a bordo tem aspeto um pouco antiquado e paga Classe 2 nas portagens… ou deveria.

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Ao contrário do que muitas vezes se diz, a física não se desafia e, como tal, o centro de gravidade alto e o peso extra fazem com o CX-5 não possa ser comparado a um MX-5 no que ao prazer de condução diz respeito. Parece óbvio, mas nunca é demais repetir: os SUV não são bons carros para andar depressa nem para conseguir os melhores consumos. Mas, para respeitar o espirito da marca, os engenheiros japoneses recorreram à tecnologia para melhorar a relação entre as rodas e o piso. Uma estrutura mais rígida e uma série de “tecnicices” eletrónicas para controlar o motor, a direção e a transmissão e que, na prática, ajudam a fazer curvas relativamente depressa em segurança. Ainda mais raro nesta categoria, até se consegue sentir no volante alguma coisa do que se passa entre as rodas da frente e a estrada. E mesmo quando abusamos e o carro escorrega, tudo acontece de modo equilibrado e até previsível. Entre o SUVs de tamanho médio que já conduzimos, só o Ateca consegue ser um pouco mais desportivo.

Este conteúdo é parte integrante da Exame Informática Semanal. Para continuar a ler clique AQUI (acesso livre)

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