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Análises de ADN provam que o Bigfoot e o Abominável Homem das Neves não existem

Afinal os pelos recolhidos ao longo dos anos por investigadores e pelas testemunhas dos avistamentos do Bigfoot e do Yeti pertencem a animais muito conhecidos de todos nós. Análises ao ADN mostram que provêm de ursos, lobos e, até, vacas. Mas o estudo científico pode não ser conclusivo.

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A análise ao ADN das amostras é um duro golpe em centenas de entusiastas que procuram estes seres míticos há décadas. Créditos: Getty Images

A análise ao ADN das amostras é um duro golpe em centenas de entusiastas que procuram estes seres míticos há décadas. Créditos: Getty Images

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O primeiro estudo feito pela comunidade científica, e revisado por vários investigadores, revela que os pelos recolhidos nos locais onde houve avistamentos do Bigfoot (Pé Grande) e do Abominável Homem das Neves (Yeti) pertencem a animais mundanos como lobos e ursos.

As 36 amostras analisadas (enviadas depois do pedido feito em 2012 por investigadores da Universidade de Oxford e do Museu de Zoologia de Lausanne a testemunhas de avistamentos e a investigadores destes dois fenómenos) provêm de países como a Índia, a Rússia, o Nepal, os Estados Unidos e a Indonésia.

O estudo publicado no site Proceedings of Royal Society Biological Sciences, denomina-se: Genetic analysis of hair samples attributed to yeti, bigfoot and other anomalous primates (Análise Genética de amostras de pelo atribuídas ao yeti, bigfoot e a outros primatas anómalos). Um dos autores, Bryan Sykes, da Universidade de Oxford, não descarta, no entanto, a possibilidade que estes seres existam ou possam ter existido. Ouvido pelo Mashable, o cientista refere que: “ O facto de nenhuma destas amostras pertencer ao Yeti, não quer dizer que uma próxima amostra não o comprove”.

A Ciência não fecha a porta à possibilidade de ainda vir a ser possível encontrar uma amostra que dê indícios de estarmos perante um ser não classificado. No entanto, a comunidade científica é unânime: mesmo nesse caso, vai ser preciso mais que um pelo para provar a existência desses seres que fazem parte do imaginário coletivo. 

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