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Insetos vão ser a comida do futuro

Atualmente, dois mil milhões de habitantes do planeta comem insetos. Há empresas na Europa e EUA a angariar milhões de dólares em investimentos para desenvolver barras de proteínas criadas a partir de insetos.

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As Nações Unidas estimam que uma dieta à base de insetos poderá ser a solução para alimentar a cada vez maior população do planeta, sem destruir o meio ambiente. Nos últimos anos, várias empresas têm angariado milhões de dólares em investimento para desenvolver produtos alimentares à base de insetos, nomeadamente barras de proteínas feitas com grilos esmagados. A Exo, por exemplo, já conseguiu 5,6 milhões de dólares e a irmã de Mark Zuckerberg, Arielle, também já investiu um montante não revelado na Tiny Farms, uma empresa que se dedica a produzir insetos.

Algumas destas empresas estão a apostar em colocar proteínas de insetos em alimentos que as pessoas já comem habitualmente, como é o caso das barras de cereais e essa abordagem poderá ser a melhor, em vez de encorajar as pessoas a comerem insetos inteiros. Drew Fink, da Tiny Farms, explica que o que se está a popularizar é «o uso de farinha de grilo como aditivo em alguns produtos de consumo como pão, massa, bolachas, etc», cita a Wired.

A proteína proveniente de insetos apresenta vantagens face à soja ou ao glúten de trigo, matérias a que muitas pessoas são alérgicas ou que não conseguem digerir. Os analistas estimam que o segmento valha atualmente 55 mil milhões de dólares e que o valor poderá ascender aos 371 mil milhões de dólares.

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