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Ciência

Supercomputação da Google vai ser usada para prevenir cegueira

Sérgio Magno

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O DeepMind da Google vai ser usado numa investigação para detetar atempadamente algumas doenças oculares, o que pode evitar que os doentes acabem cegos.

Sérgio Magno

O DeepMind da Google ficou conhecido por ter sido o primeiro sistema computacional a ganhar o campeão humano do Go, um jogo de tabuleiro considerado muito mais complexo do que o Xadrez. Este sistema utiliza técnicas de Deep Learning – arquitetura de Inteligência Artificial onde os sistemas aprendem sozinhos através da análise de grande quantidade de dados –, para desenvolver a Inteligência Artíficial.

O laboratório, que está sedeado na Inglaterra, anunciou uma parceria com o serviço nacional de saúde britânico. O objetivo ajudar os médicos a detetar sintomas de doenças oftálmicas muito precocemente.

Os algoritmos do DeepMind vão processar mais de um milhão de análises os olhos de voluntário, de modo a criar algoritmos capazes de detetar antecipadamente sintomas que podem passar despercebidos a especialistas humanos. Depois estes algoritmos vão ser usados para analisar novos pacientes.

De acordo com o The Guardian, o DeepMind vai ser usado para detetar dois tipos de problemas: Degenerescência Macular Relacionada com a Idade (DMRI) e Retinopatia diabética. O mesmo artigo refere que os prolemas oculares relacionados com os diabetes são os que mais crescem: «Quem tem diabetes tem 25 vezes mais hipóteses de ficar cego. Se detetarmos estes problemas o mais cedo possível, então poderemos evitar 98% das perdas de visão mais sérias».

O DeepMind publicou o seguinte vídeo (em inglês) a explicar o processo.

O Deep

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