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Ciência

Governo dos Açores cria estrutura de missão para o Espaço

A EMA-Espaço pretende gerir as diferentes atividades relacionadas com a Indústria Aeroespacial nos Açores. Luís Santos é o responsável pela nova estrtura de missão, que vai operar até 2020

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O Governo Regional dos Açores acaba de publicar no Jornal Oficial da região autónoma uma resolução que estabelece a criação de uma estrutura de missão para o Espaço. A nova estrutura de missão, que dá pelo nome de EMA-Espaço, terá como principal objetivo articular os diferentes projetos e intervenientes com as entidades regionais. Segundo o Jornal Oficial da Região Autónoma dos Açores, a EMA-Espaço deverá operar até ao ano 2020.

A EMA-Espaço tem por principal propósito «potenciar o desenvolvimento de investigação científica que conduza à aquisição de novos conhecimentos, produtos, processos e serviços nos domínios da sua área de intervenção», refere o Jornal Oficial da Região Autónoma dos Açores.

Nos últimos anos, o arquipélago dos Açores tem vindo a receber vários projetos que contemplam a instalação de equipamentos científicos que prometem acelerar o crescimento de um polo económico e tecnológico direcionado para a indústria aeroespacial. Entre essas novas infraestruturas figuram a Rede Atlântica de Estações Geodinâmicas e Espaciais (Santa Maria e Flores), o Observatório de Investigação Climática na Graciosa, e Estação de Rastreio de Satélites da Agência Espacial Europeia que é operada pela Edisoft. Também tem vindo a ser falado o interesse da AirBus num eventual projeto de construção de uma plataforma de lançamento de microssatélites na Ilha de Santa Maria.

No final de 2016, o Governo da República deu o mote com a criação do AIR Center (Azores International Research Center) com o objetivo de criar um centro catalisador de projetos investimentos relacionados com a indústria aeroespacial.

«No âmbito das reconhecidas potencialidades que a região autónoma tem para o desenvolvimento de atividades de índole aeroespacial, bem como a estratégia que o Governo [açoriano] tem há muito vindo a implementar de dotar a região de infraestruturas que possam suportar este tipo de atividades», refere Gui Meneses, secretário regional do Mar, Ciência e Tecnologia, quando questionado pela Agência Lusa.

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