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Acer Predador: um portátil e um desktop para a era da realidade virtual

Sérgio Magno, Nova Iorque, EUA

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As duas novas máquinas da Acer usam componentes para impressionar mesmo os jogadores mais exigentes e são certificadas para praticamente todos os óculos VR que estão a chegar ao mercado.

Sérgio Magno, Nova Iorque, EUA

«A Acer que ter as melhores máquinas para jogadores». A declaração de intenções foi proferida pelo próprio CEO da empresa, Jason Chen. E, se não são as mais poderosas do mercado, certamente ficam lá bem perto, visto que as especificações dos novos Predator da Acer são impressionantes. Tanto no desktop G1 como no portátil 17X.

Pequeno só por fora

O G1 é um desktop bem mais pequeno do que estamos habituados a ver, sobretudo na área do gaming. Com apenas 16 litros de volume, este desktop não levanta grandes dificuldades de transporte. Uma mais-valia para os jogadores que ainda cultivam as LAN parties. Mas por dentro esta máquina é grande. Bem grande! Isto porque, na configuração de topo, junta componentes que fazem qualquer gamer salivar, com destaque para o processador Core i7 de sexta geração – com multiplicador desbloqueado, é claro – e para uma gráfica GeForce Titan X.

O sistema de arrefecimento proprietário é, garante a Acer, altamente eficiente. E assim pareceu nos breves minutos em que experimentámos o G1, já que as ferramentas de controlo de Acer mostravam frequências elevadas e temperaturas baixas.

Na nossa experiência o G1 estava ligado a um novo monitor da marca, o Predator Z1, que tem um ecrã curvo e uma taxa de resposta impressionante. E, não menos importante, suporta o Nvidia G-Sync, o que ajuda a manter os jogos mais fluídos.

O preço base anunciado para o G1 é de 1199 euros, mas certamente que neste valor não cabe uma Titan X nem um Core i7 de topo.

Componentes de desktop num portátil

O Predator 17 X é, aparentemente, ainda mais impressionante. Para um portátil, é claro. Isto porque de acordo com os benchmarks apresentados pela Acer, esta máquina é capaz de bater um Asus GX700. Para quem não conhece o portátil da Asus, o GX700 recorre a um generoso sistema de watercooling externo para atingir o máximo desempenho. Sistema esse que fixa o GX700 à secretária. Não é o caso do Predator 17 X, que apenas utiliza ventoinhas internas. São três no total. Uma para aspirar ar na frente da máquina e duas mais atrás para forçar a passagem do ar pelos componentes. Tudo dentro do portátil, sem qualquer módulo externo. O suficiente para fazer o Core i7 o processador gráfico GeForce GTX 980 funcionarem nas mesmas frequências das versões desktop. Atenção que se trata do novo GeForce GTX 980, o que não tem o “M”, ou seja, um chip contruído para portáteis com o mesmo número de unidades de processamento da versão com o mesmo nome para PCs de secretária.

O preço do Predator 17 X começa nos 2499 euros. Tanto o G1 como o 17 X devem chegar ao mercado nacional lá para setembro. Talvez demasiado tarde para os interessados conseguirem aproveitar a promoção de lançamento que a Acer tem para o G1: oferta de uma mala de viagem preparada para transportar o desktop mais poderoso da marca aos primeiros 1000 compradores.

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