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DroneDefender: já não há drones no céu

Depois da invasão dos drones, segue-se o contra-ataque aos drones. DroneDefender não tem nada que enganar: tem por objetivo abater drones. Só não dispara balas.

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Hugo Séneca

Os drones também se abatem. E não tem de ser com balas. A DroneDefender, à primeira vista, até pode parecer que dispara alguma coisa – mas não. Apenas emite sinais de rádio que permitem assumir o controlo de um veículo voador não tripulado ou, em alternativa, deixá-lo desorientado.

A Ars Technica descreve o aparelho que centrou as atenções da Navy League Sea Air Space Exposition, que está a decorrer no National Harbor, no Estado do Maryland, como uma caçadeira de radiofrequências, que dispõe de dois gatilhos: um que permite enviar comandos de um drone que se encontre nas imediações; e um segundo que leva o drone a perder as coordenadas GPS ou GLONASS (sistema de localização russo).

O dispositivo desenvolvido pela organização sem fins lucrativos Battelle tem um alcance máximo de 400 metros. Para causar disrupção no voo dos drones, emite cones com ângulos de 30 graus que afetam as frequências de rádio que geralmente são usadas para comunicar a localização ou para suportar serviços Industriais, Científicos e Médicos.

A Batelle já disponibilizou modelos similares para unidades militares e agentes federais. Em breve, prevê-se que o dispositivo venha a ser usado no patrulhamento de ruas.

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