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iPhone X (diz-se 10) não tem botão Home, mas reconhece a cara do utilizador

Tim Cook diz que o novo iPhone de topo «vai marcar a tecnologia na próxima década», comparando a importância do novo iPhone à do primeiro. Os rumores confirmaram-se.

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Aí está. O maior lançamento da Apple desde o primeiro iPhone... Pelo menos é o que deu a entender Tim Cook, o CEO, da Apple. A grande novidade é mesmo o Face ID, como tinha sido antecipado pelos rumores. Trata-se de um novo sistema de autenticação biométrico que vem substituir o Touch ID (impressões digitais). A Apple garante que o Face ID é mais seguro e eficiente que o Touch ID, indicando mesmo um número 1:1000000. Esta é a hipótese de uma pessoa aleatória conseguir desbloquear o iPhone. Bem menos que o 1:50000 do Touch ID. Ainda assim, a Apple recomenda que o iPhone X seja protegido por password se o utilizador tiver um gémeo idêntico. O sistema utiliza uma parte específica do processador para analisar os dados captados pela câmara. Mas não se trata apenas de uma análise de uma imagem, já que há, por exemplo, um emissor que projeta pontos invisíveis na cara do utilizador para criar um "mapa" 3D da face.

Como antecipado pelos rumores, o ecrã de 5,8", denominado Super Retina Display (458 ponto por polegada de densidade), ocupa praticamente toda a frente do aparelho (“edge to edge”) e é do tipo OLED, o que permite cores mais vivas e maiores níveis de luminosidade e contraste. Uma tecnologia que alguns dos maiores concorrentes da Apple, com destaque para Samsung e LG, já usam há alguns anos nos smartphones das gamas mais altas. Mas a Apple garante que «só agora a tecnologia OLED está ao nível do exigido para o iPhone».

Com um ecrã tão grande deixa de haver espaço para o botão Home. Para aceder ao Home, o utilizador apenas tem de fazer um movimento rápido de baixo para cima.

Desempenho

Já se sabe: cada geração do iPhone traz melhorias importantes no desempenho. Regra que vai continuar a ser aplicada. Neste aspeto, a grande novidade deverá ser um novo processador, o A11. E o maior desempenho será importante para que os novos iPhone sejam os primeiro da Apple a integrar funcionalidades de Realidade Aumentada. Uma tecnologia que Tim Cook já disse ter o potencial para ser tão revolucionária quanto o primeiro iPhone. A câmara frontal inclui capacidade de medir a profundidade (3D) para misturar elementos digitais com elementos reais captados pela câmara.Um dos exemplos é o “Animoji”: a imagem captada em 3D pela câmara é usada para criar emojis animados que mimetizam as expressões dos utilizadores.

As câmaras traseiras têm muitas semelhanças com as câmaras do iPhone 8 Plus, mas são ambas estabilizadas. As capacidades 3D da câmara frontal permitem edições em tempo real com base na profundidade. Por exemplo, é possível alterar facilmente o fundo que está por detrás do fotografado.

O iPhone X chega ao mercadoa a 3 de novembro em versões de 64 GB e 256 GB. As reservas são iniciadas a 27 de outubro e o preço começa nos €1179.

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