Polícia britânica: não tuitem bêbedos ou nus

Hugo Séneca
19/08/2014 11:57
AP

E se um polícia publicar uma foto a comer um donut? E se mandar um tweet movido pelo excesso de álcool? A polícia britânica avisa: cuidado com os tweets e posts.

A Associação de Oficiais de Polícia do Reino Unido (AOP) reviu o código de conduta com o objetivo de evitar situações constrangedoras que têm origem em tweets e posts que os agentes de autoridade publicam nas redes sociais. Apesar de as forças policias britânicas usarem, regularmente, as Facebook e Twitter para lançar alertas e divulgar diferentes assuntos junto da população, o novo código de conduta da AOP aconselha os polícias a não usar as redes sociais quando estão fora dos turnos de trabalho – e muito menos depois de terem bebido álcool.

Nos últimos tempos, a presença nas redes sociais tem vindo a ser trabalhada pelos responsáveis das 43 forças policiais que operam na Inglaterra e no País de Gales. Nalguns casos, os códigos de conduta apenas pretendem garantir que as redes sociais não afetam a operacionalidade e a segurança dos efetivos.

O Daily Telegraph dá o seguinte exemplo: o código de conduta da AOP recorda que uma foto de um polícia a beber álcool pode ser usada para chantagear ou manchar a reputação dessa pessoa; em paralelo, o código de conduta da AOP recomenda a eliminação de dados relacionados com a localização através de redes móveis e dados pessoais que eventualmente possam ser usados para os criminosos procederem a um qualquer tipo de vingança.

Nas recomendações preconizadas pelas várias polícias britânicas, destacam-se ainda os termos que devem ser usados para responder aos diferentes posts da população – mesmo aqueles que são ofensivos.

Mais frontal é o alerta que a polícia da Cidade de Londres faz sobre as consequências nefastas de «fotografias e vídeos de polícias nus, ou em situações de intimidade, ou bêbados nas ruas e cidades que patrulham».

As normas de conduta não surgem por acaso: 821 casos relacionados com falhas de comportamento de polícias britânicos nas redes sociais foram investigados entre janeiro de 2009 e fevereiro de 2014.

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