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Deputados russos acusam FIFA 17 de propaganda gay

Uma camisola que visava combater a homofobia está a ser criticada na Rússia. Em causa está uma potencial violação de uma lei que impede a promoção de relações não convencionais.

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Paulo Matos

Paulo Matos

Jornalista

Os últimos meses têm mostrado que as autoridades governamentais russas têm alguns problemas com tecnologia, como se pode constatar por episódios como a prisão de um youtuber que estava a jogar Pokémon Go numa igreja, a proibição do acesso ao Pornhub e YouPorn ou o desejo de tirar a Microsoft do país. Agora veio a público um novo capítulo: membros do parlamento pediram que se considerasse a possibilidade de bloquear o jogo FIFA 17.

Em causa está esta camisola que a Electronic Arts promoveu durante o passado mês como forma de combater a homofobia e que era fruto de uma parceria com uma associação LGBT britânica.

Os deputados entendem que a camisola pode violar uma lei de 2013 que proíbe a promoção de relações não tradicionais por poderem prejudicar a saúde e desenvolvimento das crianças, refere o The Guardian. Saliente-se que a campanha terminou no final de novembro.

Assim, o FIFA 17 correr o risco de ter a sua distribuição proibida na Rússia. Em cima da mesa estão igualmente as possibilidades de se alterar a idade das pessoas a quem o jogo se dirige ou a remoção das partes consideradas ofensivas pelas autoridades.

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