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O que fazer para dificultar a vida aos hackers que querem roubar-lhe as passwords

DAMIEN MEYER, Getty

O recente roubo de milhares de dados de portugueses para autenticação em serviços como o Facebook e o Twitter realça, novamente, a importância de proceder a uma série de processos para criar palavras-passe fortes e relembrar outras técnicas para manter as suas contas mais seguras.

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Exame Informática

O que fazer

- Ativar sistemas de dupla autenticação para que a palavra-chave não seja o único método necessário para acesso (muitos serviços recorrem ao envio de senhas por SMS);

- Eliminar contas que já não usa, sobretudo aquelas que não permitem dupla autenticação;

- Alterar com regularidade a palavra-chave nos serviços mais sensíveis (banco, por exemplo);

- Usar palavras-chave longas (8 caracteres no mínimo) que misturem letras, algarismos e símbolos;

- Criar uma segunda, terceira ou mesmo quarta conta de e-mail para associar a serviços menos relevantes (para receber e-mails informativos, por exemplo) e não usar essa(s) conta(s) para enviar/receber mails importantes;

- Aceder aos serviços online através de dispositivos seguros: nos computadores, deve ter um bom software de segurança instalado (as aplicações normalmente incluem denominação de Internet Security).

O que não fazer

- Usar a mesma password em serviços diferentes;

- Usar variações de password (sim, os hackers conhecem todos os truques, como juntar letras ou números relacionados com o serviço ou site);

- Recorrer a palavras, nomes, momentos e datas importantes para si para criar as palavras-chave (as técnicas de mnemónica são conhecidas e aproveitadas pelos hackers);

- Aceder a serviços sensíveis (banco online, por exemplo) a partir de PCs partilhados ou desconhecidos;

- Guardar listas de dados de acesso no mail (passwords, nomes de utilizador) ou em outros serviços digitais;

- Responder a e-mails e outros tipos de contacto (redes sociais, por exemplo) de desconhecidos;

- Seguir instruções e links supostamente enviados por serviços (a regra é: se lhe estão a pedir dados é porque, provavelmente, trata-se de um esquema fraudulento);

- Guardar informação sensível em contas de e-mail que foram usadas em registos de outros serviços;

- Aceder a serviços online com dados pessoais importantes através de redes Wi-Fi públicas.

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