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Google vai analisar propaganda política antes de ser publicada

Com as novas regras, os proponentes de anúncios de propaganda política terão de apresentar as campanhas e esperar pela aprovação dos profissionais da Google, antes de poderem pagar e publicar as campanhas de propaganda política e partidária

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A Alphabet, empresa-mãe que detém o Google, anunciou que vai aplicar uma nova política de monitorização de propaganda, que contempla a análise prévia de anúncios ou campanhas políticas antes de serem publicadas na Web.

A Bloomberg informa que o grupo da Google pretende implementar as novas regras de escrutínio das mensagens políticas disseminadas nos respetivos serviços de publicidade antes próximas eleições europeias. As eleições dos deputados europeus decorre entre 23 e 26 de maio (em Portugal serão a 26).

Com as novas regras, os proponentes de anúncios de propaganda política terão de apresentar as campanhas e esperar pela aprovação dos profissionais da Google, antes de poderem pagar e publicar as campanhas de propaganda política e partidária. Em paralelo com estes escrutínio, a Google deverá publicar um relatório que descreve as campanhas políticas que foram aceites, quem as suportou financeiramente e quais os públicos-alvo que pretendem alcançar.

O anúncio da publicação das novas políticas surge na sequência do acordo firmado pela Comissão Europeia juntamente com as maiores plataformas e redes sociais da Internet, com vista a limitar os efeitos de campanhas de ódio ou de mentiras veiculadas na Internet, com o propósito de influenciar a opinião pública.

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