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NATO escolhe Universidade de Aveiro para combater extremistas na Internet

Daniel Canedo, Ricardo Ribeiro, Alina Trifan, e António Neves ganharam o concurso que a Nato organizou com vista ao desenvolvimento de ferramentas que detetam conteúdos extremistas na Internet

A proposta portuguesa superou a Universidade de Torino e uma startup lituana na final. A nova ferramenta pretende detetar conteúdos forjados ou com propósitos extremistas

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Eram três propostas na final e a Universidade de Aveiro (UA) acabou por ser a escolhida. O Centro de Excelência de Comunicações Estratégicas da NATO (NATO StratCom) preferiu a proposta apresentada pela universidade portuguesa com vista à implementação de uma ferramenta capaz de detetar o uso malicioso de vídeos, fotografias e mensagens extremistas na Internet. A escolha foi anunciada esta segunda-feira em Riga, Letónia.

O projeto português bateu as propostas apresentadas pela Universidade de Torino, Itália, e de uma statup lituana.

O projeto da Universidade de Aveiro é liderado por Alina Trifan, António Neves, Daniel Canedo, José Luis Oliveira, e Ricardo Ribeiro, do Instituto de Engenharia Eletrónica e Informática de Aveiro (IEETA) da UA.

«O objetivo da NATO é detetar conteúdo malicioso em vídeos e fotos online. Esse conteúdo pode ir desde propaganda política extremista até alterações ou descontextualização de imagens», explicou Daniel Canedo, num comunicado enviado pela UA para as diferentes redações, aquando da inclusão da proposta aveirense no trio de finalistas do concurso da NATO StratCom.

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