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Facebook e Twitter criticadas por terem anúncios do governo Chinês contra protestos de Hong Kong

Billy H.C. Kwok - Getty Images

Os anúncios dirigidos por “satélites” do Estado chinês comparavam os protestantes a baratas e a terroristas do Estado Islâmico

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Francisco JM Garcia

As redes sociais Twitter e Facebook estão a ser alvo de críticas por terem publicado anúncios do governo chinês contra os protestos pela democracia em Hong Kong. Esta segunda-feira, o Twitter comunicou que não vai permitir que mais publicidade controlada pelo Estado chinês esteja na plataforma e que o objetivo é «a promoção de um tipo de discurso saudável e abertura na conversação».

O Twitter afirma que, ao todo, suspendeu já 936 contas chinesas suspeitas de incitarem à discórdia política em Hong Kong e de tentarem minar os protestos. Já o Facebook afirma ter bloqueado cinco contas, sete páginas e três grupos que alegadamente tinham ligações a pessoas que ocupam cargos no governo chinês, que fizeram publicações sobre temas políticos com potencial de enganar outros utilizadores sobre o seu propósito e identidade.

Segundo a Cnet, em algumas das publicações, os protestante eram comparados a baratas e a terroristas do Estado Islâmico. A mesma publicação sublinha que o cessar de contas falsas pode estar relacionado com as fortes críticas que as redes sociais têm vindo a receber por permitirem a disseminação de informação falsa e propaganda política.

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