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Facebook mantém domínio em Portugal. WhatsApp é a segunda plataforma mais usada

A edição de 2019 do estudo «Os portugueses e as redes sociais» revela ainda que quase uma em cada cinco pessoas abandonou uma rede social nos últimos doze meses

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O Facebook continua a ser a rede social dominante em Portugal: 95% dos inquiridos dizem ter perfil na plataforma, de acordo com a mais recente edição do estudo da Marktest que avalia a utilização e hábitos dos portugueses relativamente às redes sociais.

Desde 2011, primeiro ano do estudo das redes sociais feito pela Marktest, que o Facebook ocupa o primeiro lugar de rede social com mais utilizadores no mercado português.

Segundo a informação partilhada em comunicado, o número de utilizadores do WhatsApp duplicou desde 2016 e agora já é a segunda plataforma social com maior número de utilizadores em Portugal – 74% dos inquiridos usam a aplicação de mensagens instantâneas e partilha de conteúdos que também é detida pelo Facebook.

O terceiro e quarto lugares são ocupados pelo Messenger (71%) e Instagram (68%), ambos os serviços também com a chancela do Facebook. Os valores atestam assim a enorme influência que a tecnológica norte-americana tem junto dos utilizadores de redes sociais em Portugal.

Num já distante quinto lugar surge o YouTube, com 53,9% dos utilizadores a terem conta na plataforma da Google.

Segundo o estudo «Os portugueses e as redes sociais», o Instagram tem vindo a crescer em notoriedade no mercado português e já é o primeiro nome de uma rede social indicada por 85% dos inquiridos quando questionados sobre as plataformas sociais que conhecem.

Destaque ainda para o facto de 18,8% dos inquiridos terem desistido de uma rede social nos últimos doze meses: Snapchat (31,6%), Twitter (22,5%) e Facebook (19,3%) foram os nomes mais referidos por quem decidiu abandonar as plataformas.

A amostra para o estudo «Os portugueses e as redes sociais» foi constituída por 809 entrevistas a indivíduos entre os 15 e os 64 anos, residentes em Portugal Continental e utilizadores de redes sociais. De acordo com o comunicado, a informação foi recolhida através de entrevistas online, realizadas entre os dias 10 e 29 de julho de 2019, tendo por base um questionário de autopreenchimento.

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