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ESOP diz que o Estado podia poupar 70% dos 160 milhões gastos com software

A Associação de Empresas de Software Open Source Portuguesas (ESOP) analisou as compras de aplicações realizadas pelo Estado em 2009 e concluiu que podiam ter sido poupados entre 80 milhões e 112 milhões de euros.

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Hugo Séneca

A estimativa tem por ponto de partida as contas apresentadas pela Direcção-Geral do Orçamento na Conta Geral do Estado de 2009 .

Segundo um comunicado da ESOP, a Administração Central Estado terá gasto 160 milhões de euros na compra de licenças de software durante o ano passado.

A associação empresarial estima que o estado português poderia ter poupado entre 50% e 70% deste montante (de 80 milhões a 112 milhões de euros), caso tivesse optado por aplicações de código aberto (open source), que não impõem o pagamento de licenças nem restringem cópias ou alterações.

A ESOP alega ainda que o software open source tem a vantagem de equilibrar a balança comercial portuguesa, com a redução dos montantes aplicados na importação de software estrangeiro e o consequente investimento em soluções fornecidas por empresas portuguesas.

A associação das empresas open source reitera ainda a disponibilidade para trabalhar com o Estado num plano que permita reduzir os custos de software durante 2011.

Entre os exemplos de sucesso, a ESOP destaca o programa Nederlands in Open Connection, que dá preferência à adoção de software de código aberto em detrimento do software que exige o pagamento de licenças.

***Este texto foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico***

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