ANSOL diz que o Estado desperdiça 121 milhões a comprar software à Microsoft - Exame Informática

ANSOL diz que o Estado desperdiça 121 milhões a comprar software à Microsoft

A ANSOL somou os custos de cinco compras de licenças de software à Microsoft e concluiu que o Estado poderia poupar, pelo menos, 121 milhões de euros se optasse por software livre.

29/09/2010 15:03:51

 

De acordo com Rui Miguel Seabra, presidente da Associação Nacional para o Software Livre (ANSOL), este é apenas um pequeno conjunto de exemplos dos custos suportados pela administração pública com a compra de licenças de software por ajuste direto (sem concurso), que não reflete os gastos efetuados por todos os organismos públicos, nem as diferentes soluções e marcas de software proprietário.

"No caso da Microsoft, há um efeito de rede: os utilizadores (profissionais da administração pública) estão habituados a usar o Windows e Office, e depois acabam por querer usar também o SharePoint, o Exchange ou a base dados SQL", atenta Rui Miguel Seabra, quando inquirido pela Exame Informática.

Num comunicado, a ANSOL dá a conhecer cinco compras de licenças de software efetuadas, através de ajuste direto, por organismos tutelados pelo Estado:

a) A Direcção-geral de Infraestruturas e Equipamentos (DGIEE) da Ministério da Administração Interna - 10 milhões de euros para renovação de licenciamento de software Microsoft

b) Secretaria Regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos dos Açores - 5 milhões de euros em renovação de Licenciamento Microsoft

c) CTT - cinco milhões de euros em licenciamento Microsoft

d) Município de Oeiras - 1 milhão de euros em licenciamento Microsoft

e) eEscolas e eEscolinhas - mais de 100 milhões de euros em licenciamento Microsoft

Os exemplos dados pela ANSOL têm por base a recolha de dados efetuada através de um motor de pesquisa que publica os investimentos efetuados na Administração Pública e um blogue dedicado ao software livre .

Rui Miguel Seabra lembra que os custos das licenças para os computadores do eEscolas e eEscolinhas são apenas uma estimativa com base na informação recolhida durante a Comissão Parlamentar de Inquérito à Fundação para as Comunicações Móveis.

Tendo em conta o atual cenário de crise e o facto de estes exemplos apenas espelharem parte dos custos com licenças de software que hoje são suportados pela Administração Pública, a ANSOL apela ao Governo para que ponha "termo às aquisições não fundamentadas de licenças de software, optando por Software Livre exceto sob motivo de força maior ou ausência de alternativa".

Os responsáveis da ANSOL lembram que aplicação de uma política de "orçamento zero para licenças de software" poderia permitir alcançar resultados exemplares no que toca à contenção de despesas e ao esforço nacional contra a crise.

"Como se justificam ajustes diretos nestes volumes em tempo de crise? Continuarão agora que a OCDE nos manda aumentar os impostos e congelar salários, pairando a ameaça de intervenção do FMI? Serão sequer legais?", questiona Rui Miguel Seabra.

Em alternativa ao software proprietário, a ANSOL defende que o Estado aplique na formação de profissionais e adaptação de soluções de software livre uma fração dos custos que hoje são canalizados para as licenças de software.

***Este texto foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico***

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Palavras-chave do artigo
administração, ansol, crise, custos, licenças, livre, pública, software

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Software livre não é a solução

Meus caros, por máquina o valor windows+office é irrisório, nem chega a 30 euros. Sim porque nos acordos com grandes volumes de licenças, elas não custa o mesmo que na Staples, como muita gente aqui deve pensar. Um Windows Server Standard custa à volta de 70 euros por licença, com todas as funcionalidades que são precisas. Com ferramentas intuitivas e não ficheiros configuráveis por linha de comandos.

Muita gente aqui diz que o Linux/Open Office é quase o mesmo do Windows/Office...não, não é. Pode ser para brincar lá em casa ou para os programadores que comentam este post e que possuem conhecimentos mais avançados. Mas para o comum dos mortais não é. Pura demogogia pensar que é.

Mas mesmo que fosse...No linux por vezes até as tarefas mais simples como instalar uma impressora é complicado. e como distribui-las num ambiente com 300/400 computadores, por utilizadores ou grupos de forma simples e intuitiva? Scripts? E quem faz isso? e quando a pessoa que o fez se for embora? Quem dá com o fio à meada?

Como impor politicas de segurança a tantas máquinas? E como reconfigurá-las em tempo útil? Como distribuir software para máquinas ou grupos de máquinas de forma simples e eficaz?

Das pessoas que aqui defendem o Linux, quantas já geriram um ambiente destes? Ou limitam-se a terem um dual-boot no computador e ir para windows para jogar jogos?

E o que fazer a todos os diferentes softwares existentes na Admin. Pública? Migrá-los? Quem faz isso e de borla? Substituí-los por outros? Quais é que oferecem as funcionalidades necessárias? ficamos à espera que sejam desenvolvidas? E o custo disso...alguém arrisca um valor?

Em termos de assistência, quantas empresas com qualidade dá assistência a Linux e que pudesse responder a todas as solicitações que iriam ocorrer?

E a formação dos utilizadores e quadros técnicos para realizarem o seu trabalho no dia-a-dia?

Muita gente dá exemplos de organismos que mudaram para linux...mas também já li aqui há uns tempos de um banco suiço que tinha feito a migração para linux e que estavam a mudar para windows outra vez, porque o que pouparam em licenças perderam em produtividade e operacionalidade.

Num ambiente empresarial ter soluções com sharepoint, office, exchange server, comunications server, onde as opções dos menus e das funcionalidades tem o mesmo aspecto, são um ganho de produtividade brutal. Fazer isto em open-source é introduzir um multiplicidade de opções, que muitas vezes confundem até o olho mais técnico

Houve aqui quem questionasse sobre quem formava os utilizadores por causa das mudanças do office 2007? Já migrei cerca de 300 computadores de windows XP/office 2003 para Windows 7/office 2007 e agora para 2010? Quase ninguém se queixou...Porquê? Porque conhecem as opções.

  Ah e sabem como fiz a migração? Com o Microsoft Deployment Toolkit, uma ferramenta completamente gratuita da microsoft, que permite fazer o deployment de sistema operativo e aplicações através da rede. Complexo, não? Depois de configurado (muito fácil), os técnicos só tem que iniciar o processo com network boot e indicar o nome da máquina. O serviço encarrega-se de copiar os dados dos utilizadores para um servidor, limpar e instalar o sistema operativo novo e repor os dado sdo utilizador. Só precisamos de telefonar depois à pessoa em questão a avisar que já pode trabalhar. Chegámos a fazer 50 máquinas por dia.

...e sim eu experimentei o FOG em linux.

A Microsoft também já dá muito software à borla: Anti-virus, ferramentas de desenvolvimento, sharepoint (foundation), office web apps, etc, etc. ainda quero ver o que vai acontecer ao OpenOffice, depois de ter sido adquirido pela Oracle...e nem o argumento de se poder alterar o software open-source para mim vale. Muitos a quem eu pergunto:"Então e quantas vezes já alteraste uma aplicação?"-"Nenhuma."

O melhor momento para o Linux se impor foi quando o Vista saiu e deu a barraca que deu, mas mesmo assim as pessoas que não queriam usar Vista optava muitas das vezes pelo Mac OS...curioso.

Por 30 euros a licença windows/office, com updates todos os anos?!...Nem vale o esforço de gravar a ISO do Linux.

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E depois quem paga???

Então e depois quem paga a factura???

CLARO...

O Desgraçado do contribuinte Português...

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Ia ser o caos..

A Microsoft pode não ser perfeita, mas não ha nada a altura que a substitua...a qualidade paga-se..ia ser o caos a nivel de assistencia

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Re: Ia ser o caos..

Só demonstra total analfabetismo informático em dizer uma coisa tão estúpida como essa! Enfim...

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Re: Ia ser o caos..

Microsoft.... qualidade....? Sorry, but that does NOT compute.

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Intervenção muito oportuna!

Numa altura destas (de cortes na despesa pública) ainda faz mais sentido ponderar e optar pelas alternativas existentes. Não vou dizer que a Microsoft é péssima, mas afirmo que as alternativas são boas. Existem empresas em Portugal que podem dar assistência a este tipo de soluções, logo seria todo um setor que sairia beneficiado. Uma opção por programas livres teria como resultados imediatos baixar drasticamente as despesas e aumentar o emprego qualificado em Portugal.

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Re: Intervenção muito oportuna!

isto é UM em MUITOS erros que vêm cá para fora. é um total absurdo e deixa-me de rastos quando vejo e acabo de saber de novas medidas que o estado anda a tomar para tentar fugir à crise. cambada de incompetentes.

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Falta de visão de futuro.

Como em todo o resto das políticas dos sucessivos governos. Na Noruega numa universidade desenvolveu-se o Qt, uma framework multi plataforma, em que foram desenvolvidos diversas Aplicações para o estado norueguês. Depois de amplamente divulgada por ser usada para fazer o KDE ainda conseguem vender à Nokia tornando-se uma das principais ferramentas desenvolvimento da Nokia para Symbian e Maemo. Porque é nós não podemos formar pessoas para desenvolver as nossas próprias aplicações no sistema operativo que nos for mais conveniente? Onde está o resultado das investigações das nossas universidades, que produtos foram criados?

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Somos muito ricos...

Felizmente algumas grandes empresas (nomeadamente companhias de seguros e algumas multinacionais) já estão a fazer a migração para o Openoffice, porque será?
Já agora para os defensores da Microsoft, conhecem o erro basico no Access 2007 versão portuguesa que a Microsoft não conseguiram (ou não quis) resolver?
Ligei para a Microsoft, a resposta que um tecnico "especializado" deu foi se tinha experimentado a versão inglesa.
Resumindo compras um produto devidamente licenciado, a versão Pro para trazer o Access e os tecnicos da Microsoft sugerem-te que faças pirataria.
Está reportado nos foruns que houve casos em que a Microsoft a unica solução que deu foi a troca pela versão inglesa.
Para mim se utilizar um software gratis, aceito que tenha erros e não sejam corrigidos, da parte da Microsoft não aceito.
Outro comentario que faço é para a maior parte dos funcionarios que estamos a falar utilizam o computador como uma maquina de escrever, o Openoffice não dá?
Para o que fazem chegava e sobrava...

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Re: Somos muito ricos...

De facto já muito se disse sobre este tema. Sem querer alimentar qualquer tipo de especulações deixo uma pergunta:

Não poderão haver contrapartidas de começar a dizer à Windows que afinal já não se querem as licenças deles?

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Re: Somos muito ricos...

O problema da nao utilizaçao de software livre está associada a incapacidade das pessoas de aprender a trabalhar com algo novo. Isto é um lado da moeda. O outro é que nem sempre existem aplicaçoes compativeis entre windows e linux. Eu concordo quando dizem que o software livre não chega aos pés do software da microsoft. Para coisas bem simples talvez acha uma certa compatibilidade.
Como alguem disse temos que ver caso a caso.
O ideal mesmo seria uma empresa portuguesa dedicada a desenvolvimento de aplicaçoes para as necessidades de orgãos publicos. Existem Universidades que fazem isso. Mas o trabalho destas Universidades nao é a custo zero. É necessário haver um programa de bolsas para os alunos que desenvolvem o software. E nao falo bolsas de 300 euros. Sao bolsas dignas para quem está a trabalhar sério em projetos sérios e inovadores. Dar esmolas a cérebros só faz resultar com que esses cérebros se desloquem para outros países da europa muito mais desenvolvidos.

O estado deveria pensar em gerar emprego e melhorar a educaçao criando uma rede que seja funçao de necessidades, criação de emprego em empresas portuguesas, financiamento de projetos nas diversas areas de conhecimento promovendo a educação e prestigiando professores e alunos com reconhecimento de mérito, dando mais estimulo aos demais alunos e professores do país.

Nao sou formado em sociologia nem em filosofia nem em ciencia politica e nem sou economista. Mas há coisas que se poderiam fazer e que os grandes pensadores e responsaveis do país nem sonham em fazer. E se sonham não se dão ao trabalho de colocarem em prática.

Este país é um país de terceiro mundo no qual existe terra produtiva mas os produtos são comprados aos outros. O país já pouco produz exportando muito menos do que importa. Uma empresa assim vai a falencia. É o que está a acontecer a Portugal.

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alguns pontos que não são claros

olá, gostava que algumas mentes me explicassem alguns pontos...
muito bem muda se os softwares para open source , e depois como se ensinam as pessoas a trabalhar com novos softwares com que muitas delas já trabalham á uma vida, e muito desse software "open source" envolve conhecimento minimo de informática que em casos de sectores publicos normalmente não existe com recurso muitas vezes á chamada "técnica do marcador" ... dá se formação... muito bem mas quanto custa a formação de x milhões de funcionários publicos? falamos de formação como deve ser não 1 semana de formação tal como acontece hoje em dia em alguns locais...

aguardo resposta sobre este "pequeno" "grande" problema...

abraços

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Re: alguns pontos que não são claros

Respondo com todo o gosto!
As funcionalidades básicas são fáceis de reaprender. Passar do Word do Office para o Word Processor do OpenOffice... quase nem se dá por isso, o mesmo para o Excell->SpreadSheet! Muitas das aplicações customizadas serão iguais, só a tecnologia por trás é que muda.
Quanto ao desenvolvimento de ferramentas, aplicações mais avançadas, são geralmente feitas por técnicos que devem estar preparados para uma rápida adaptação; Noutros casos dever-se-à mudar de técnicos ou fornecedores.
Por estes tempos, ficar parado é muito mais "custoso" do que evoluir.

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Re: alguns pontos que não são claros

senti mais dificuldades quando mudei de telemóvel do que quando mudei de Sistema no computador.

Até porque mudei gradualmente. Instalei Ubuntu em dual-boot e de vez em quando mudava.

Até que o XP becou completamente mas não me fez falta nenhuma porque já praticamente não o usava.

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O monopólio

Em tempo de crise, apraz-me saber que o Estado português entregou de mão beijada mais de 100 milhões de euros à "PME" que é a Microsoft. É um bom incentivo a esta empresa, para continuar a fornecer software de 'qualidade' [ainda que duvidosa].

Não sou um fundamentalista defensor do software livre, mas cada dia que passa mais me vou apercebendo que o software livre tem mais vantagens que desvantagens.

Já não uso Windows em nenhum dos desktops que tenho em casa.
Mudei tudo para Ubuntu 10.04.

Em Portugal, nomeadamente no que toca aos organismos públicos, deveria ser obrigatória a utilização de software livre, inclusivamente os SO's deveriam ser Linux.

Existem várias vantagens:
- maior segurança
- dispensa o uso de antivirus
- todo o software é livre
- grande parte desse software é open source, permitindo alterar o código por forma a adaptar as aplicações às necessidades
- apresenta menos necessidades a nivel de hardware
- etc.

Em suma, seria uma forma de poupar muito dinheiro!

E não me venham dizer que o MS Office é mais bonito, ou que tem funcionalidades que as versões livres de Office não apresentam, porque isso são desculpas. Ninguém numa empresa precisa de um processador de texto com mais funcionalidades que as disponibilizadas pela Sun no Open Office.

E quanto ao suporte, antes de falarem, pesquisem um pouco no google.

A nova versão do Ubuntu (Ubuntu 10.04) é uma versao LTS - Long Term Support - e o software actualiza automaticamente, como qualquer outro SO.

E poderia estar aqui eternamente a escrever sobre as vantagens...

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Re: O monopólio

Os únicos computadores Windows são o meu computador fixo e o portátil da minha irmã, o meu fixo é para jogos , o meu portátil tem Mac OS X (tambem é open-source, mas pago , UNIX FTW) e o pc dos meus pais Fedora.

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Re: O monopólio

Sem duvida que UNIX é do melhor... eu sou programador, e não consigo trabalhar num PC com windows... começa-me logo a dar uma comichão! :X

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Re: O monopólio

Depos de tantas discussões acerca do open source aqui neste site decidi finalmente há um mês instalar o Ubuntu no meu netbook. Nunca tinha usado Linux a sério, apenas tinha tentado corre-lo a partir de cd há uns anos, com esta versão fiquei convencido.
- Instalo programas como no windows
- tenho actualizações automáticas
- o aspecto gráfico (após alguns extras) é impressionante
- o open office é funcional
E mais não digo para não maçar.
Acredito que migrar de sistema operativo seja um quebra cabeças em qualquer organização, principalmente quando tanta gente oferece tanta resistência em mudar de ambiente gráfico entre duas versões do mesmo software, mas estou convicto que a aposta gradual na divulgação desta alternativa não traga nada de mal ao nosso país.
O open office permite escrever textos, mudar o tipo de letra, inserir referências, adicionar formulas e animações......... que ferramenta tão avançada que o MS office tem, da qual o estado não pode abrir mão??
Resposta: a massificação e a resistência ao desconhecido (que até nem é).

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Re: O monopólio

Esta malta é doida, agora querem-me meter ubuntu nas máquinas do Estado! Nas eEscolinhas tudo bem, mas agora em máquinas do Estado? No mínimo versões linux Enterprise, mas claro que essas também são pagas. Podem ser mais baratas que o windows mas não deixam de ser pagas. E não se esqueçam dos custos de portar todo o software e bases de dados existentes para linux, e todos os documentos .doc e companhia que quando abertos com o openoffice ficam desconfigurados. Não estou a defender o windows, mas analisem bem todos os prós e contras.

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Re: O monopólio

A maioria das máquinas do estado usam o Windows XP mas não podem correr o Ubuntu que é superior!? Essa é boa!

Existem custos de portabilidade que serão pagos apenas uma vez e nada mais!

As bases de dados são o mínimo dos problemas a não ser que existam serviços incompetentes que usem o Microsoft SQL Server. Mesmo para esses casos, existe software de portabilidade!

A nível de software, terá se ser visto se existe algum software que exista somente para Windows e não possa correr via "Wine" enquanto não é feita versão para Linux. O governo pode "aproveitar" as faculdades para que estas desenvolvam software (por exemplo).

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Re: O monopólio

Quer ver o resultado do que acontece quando se usa software proprietário? Microsoft Money, a Microsoft descontinuou este produto, que não é opensource, logo quem usava simplesmente teve de procurar alternativas sem capacidade de portabilidade! Enfim...

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COISITAS

Aos valores mencionados no artigo, é preciso acrescentar só mais umas coisitas:

- Quanto se gasta em Antivírus e afins por causa da insegurança do Window$ ?
- Quanto se Gasta a recuperar sistemas Vítimas da Insegurança do Window$ ?
- Quanta produtividade se perde por causa dos problemas acima?
- Quanto perdem as software houses nacionais por se focarem quase só exclusivamente ao comércio, ao serviço básico de help desk quando poderiam desenvolver os seus próprios produtos em cima de uma plataforma aberta e plural criando maior valor acrescentado por um custo menor? (Para não falar em emprego).

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Re: COISITAS

Primeiro, é raro teres conta de administrador e só aí já vão imensos problemas relacionados com insegurança.
Segundo, se ainda não sabem trabalhar com software da Microsoft com toda a sua assistencia e amigo do utilizador nem quero imaginar a trabalharem com software livre. Terceiro, se este tivesse algum problema e causasse milhoes de euros de prejuizo por culpa do software ia-se reclamar a quem?
Afinal é livre por isso já é bom estares a usar-lo, por isso, não podias reaver o dinheiro de volta.
É como se um teu amigo teu te fizesse um favor de graça e depois acontecia alguma coisa relacionada com esse favor e tinhas coragem de lhe ir pedir o dinheiro de volta?
É tudo muito bonito mas o mundo não é tão simples e linear como parece.

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Re: COISITAS

Mas alguém são da cabeça imagina que um organismo estatal vá ter estes produtos sem suporte?
Ninguém disse que isto sai a custo zero. As licenças são a custo zero, o suporte normalmente não. Mas só isso faz cair os valores bastante.
A questão do reclamar do problema, podes reclamar a quem te dá o suporte. É para isso que ele existe. Mas já agora, quando este mesmo software open-source serve de suporte a negócios de milhões, porque não há-de servir de suporte ao Estado Português? Se ao Estado Alemão serve, porque não há-de servir ao nosso?

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Re: COISITAS

1. Parece que não tens lido (ou não queres ler) as falhas de segurança que a Exame Informática tem apresentado sobre a Microsoft. Algumas dessas falhas de segurança simplesmente, até ao momento, NÃO têm solução!

2. Se usas um sistema operativo gratuito não tens necessidade de pedir o dinheiro de volta (parece óbvio)! O ubuntu, por exemplo, é utilizador por instituições importantes pelo mundo fora e nenhuma delas se queixou de qualquer problema. Já agora se conhece algum problema gravíssimo que tenha custado nem que seja um cêntimo a essas instituições, por favor indique!

3. A Microsoft deixou de desenvolver o Microsoft Money deixando as pessoas "penduradas". O que vai fazer nesta situação? Via exigir à Microsoft que não pare com o projecto? Não pode! Vai exigir o código do software para continuar o projecto ou para criar sistemas de portabilidade? Não pode!

Tem mais alguma dúvida?

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Utilização de software open-source

Antes demais e antes de comentarem penso que o melhor seria lerem este artigo no site do ministério alemão equivalente ao nosso Ministério dos Negócios Estrangeiros.
http://www.auswaertiges-a...

A minha questão é, se eles utilizam, porque nós não haveremos de utilizar?
Eles são muito mais ricos do que nós e mesmo assim não entram nestes despesismos como nós.
E não é preciso ser um iluminado para entender que isto só tráz vantagens à nossa economia, tal como eles entenderam.

Ao utilizar software proprietário, neste caso da Microsoft, estamos a entregar dinheiro a outro país, mesmo que seja por canais nacionais.
Empresas portuguesas que depois desenvolvam soluções para produtos proprietários, e neste caso novamente da Microsoft, têm também de pagar licensas e software.
Ao utilizar-se um Caixa Mágica estamos a contribuir para uma empresa portuguesa.
Mesmo que utilizemos um Ubuntu (não é português), podemos pagar o suporte de manutenção a uma empresa portuguesa que não tem de pagar licensas a ninguém.
Qualquer desenvolvimento sobre plataformas open-source é possivel sem recorrer a ferramentas pagas e mesmo assim com uma qualidade igual ou superior a outras pagas.

Quem se pergunta como pode existir software open-source sem que se pague por ele, o melhor é procurar no google pelos modelos de negócio open-source para o entender.

Agora não se pense que as coisas mudam de um dia para o outro. Existe muita coisa que é necessário que seja migrada e alguma reimplementada para que em alguns casos se possa utilizar outro software. No entando, quanto mais tarde se começar, mais vamos pagar e além disso existe de certeza situações em que é possivel mudar o software num curto espaço de tempo e com poucos custos.

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Re: Utilização de software open-source

Lembrem-se que o estado representa centenas senão milhares de funcionários, cada um deles com o seu computador e respectivo Sistema Operativo. Assim sendo, imagine-se a quantidade de problemas que não devem existir somente num dia, e o ideal Linux, um bom exemplo de um SO livre, já não é o que era. Antigamente era robusto, seguro conseguindo-se atingir o pretendendido, um SO que embora fosse simples, sem um grande ambiente gráfico não tivesse bugs, mas a partir do momento em que se utiliza um ambiente gráfico como o actual, do Ubuntu 10.04, bastante pesado, a ocorrência de bugs e problemas aumenta exponencialmente e nesse caso quem pagaria o arranjo dos computadores? o Estado!! Quem daria formação sobre a utilização dos Sistemas Operativos, sim porque praticamente são uma minoria os portugueses que alguma vez utilizaram Linux? o Estado!! Quem pagaria a mudança de Sistemas Operativos, do Windows para Linux, ou outro qualquer livre? o Estado!! Quem pagaria a assistência técnica 24horas? o Estado!! Poderia ser uma solução a ter em conta mas não neste momento, não no estado actual das contas do pais. O custo da alteração de um Sistema Operativo para outro pode revelar-se bastante caro, mesmo que este seja gratuito. Talvez seja melhor ter em conta que os contractos que o estado faz com a Microsoft contemplam assistência técnica, formação em determinados contextos, etc.., reduzindo os custos à quantidade de licenças adquiridas.

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Re: Utilização de software open-source

1. O sistema operativo Ubuntu está muito mais robusto que há alguns anos. Tem ficado cada vez mais robusto e fiável de ano para ano.

2. Nas faculdades (boas faculdades) já se ensina a trabalhar com Linux, só não sabe quem não quer!

3. No emprego, a maioria das pessoas abre o seu processador de texto, a sua folha de cálculo, email e web browser e pouco mais. Se colocasse um Linux com aspecto de Windows, se calhar, nenhum dessas pessoas notaria que o S.O. tinha sido alterado.

4. A alteração para S.O. livre seria da responsabilidade do estado mas seria uma alteração paga apenas uma vez!

5. As formações Microsoft são pagas a peso de ouro!

6. Qualquer pessoa minimamente formada em informática pode dar assistência técnica ao sistema Linux.

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Re: Utilização de software open-source

Já que falas no custo da mudança de SO numa máquina, porque não aproveitar a actualização de XP's (que mais tarde ou mais cedo vão deixar de ter suporte) para uma distribuição de Linux suportado por empresas nacionais? É o Estado que vai pagar a mudança de XP para outro SO da Microsoft.
E quem vai pagar a formação no novo SO da Microsoft?
E quem vai pagar a formação nas novas versões do Office, que a partir do 2007, são muito diferentes?
E os novos projectos serem baseados em software open-source. Muitos do projectos que se fazem hoje em dia são web (também em ambientes corporativos). Para o browser, qual a diferença de ser baseado numa framework e servidores open-source ou em ASP.NET/IIS? Nenhuma!!!

Se a alteração fosse para sistemas open-source, sem licenças de utilização, de certeza que o custo era muito menor e só o dinheiro das licenças chegaria para as forma

Eu utilizo Ubuntu há anos e no trabalho tenho de usar máquinas com SOs da Microsoft e digo-te, que o Ubuntu ganha aos pontos, principalmente em termos de estabilidade e bugs de segurança não corrigidos atempadamenteções e sobrava para ajudar na sobrecarga de impostos que aí vem!

PS: Eu utilizo Ubuntu há anos e no trabalho tenho de usar máquinas com SOs da Microsoft e digo-te, que o Ubuntu ganha aos pontos, principalmente em termos de estabilidade. E existem imensas ferramentas que permitem gerir o parque informático de sistemas Linux, tal como existe para Windows.

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Re: Utilização de software open-source

"momento em que se utiliza um ambiente gráfico como o actual, do Ubuntu 10.04, bastante pesado, a ocorrência de bugs e problemas aumenta exponencialmente" o que tem a ver uma coisa com a outra!? Acho incrível como alguém pode ter um comentário destes (a não ser que seja empregado da Microsoft ou formador Microsoft)!

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Re: Utilização de software open-source

Antes de mais gostaria de lhe dizer que o que controla o ambiente gráfico é o GUI (Graphical User Interface) e que esta Interface tal como uma simples aplicação .Net , envolve programação. Quanto mais programação envolvermos no desenvolvimento de um programa maior é a possibilidade de ocorrência de um erro lógico (Bug) isto porque nunca e digo nunca com muita certeza, foi criado um programa de computador que não contivesse erros, talvez porque quem programa são pessoas e as pessoas não são infaliveis. Assim sendo aliando o nivel de programação neccesário para criar um SO, com a construcção do seu GUI, obtemos um conjunto enorme de lógicas matemáticas que além de consumirem mais memória do computador aumentam o risco de erros com referencias de memóri RAM. Inicialmente o Linux pretendia evitar a ocorrencia destes erros lógicos e de memória utilizando apenas CUI (Command-line user interface), no entanto com o evoluir dos tempos teve de criar um GUI ou o conceito perdia-se junto de utilizadores domésticos.

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Re: Utilização de software open-source

Volto a repetir, não é o ter um ambiente mais pesado que aumenta os problemas exponencialmente. O interface gráfico do Ubuntu 9 pode conter mais bugs que o Ubuntu 10. Quem fala do Ubuntu fala de qualquer outro Sistema Operativo. Ter mais ou menos erros não se pode resumir somente a isso porque pode haver reconstruções de código de raíz de uma versão para outra ou simplesmente melhoramentos. Se usarmos a lógica apresentada por si, o Windows também sofre do mesmo problema, pois tem ambiente gráfico, de versão para versão os problemas aumentariam de forma exponencial...
Mas aqui, estamos a discutir que o Ubuntu é melhor opção que o Windows para a função pública. Foram apresentados factos nos comentários anteriores por isso, quanto a isto, penso que não haverá mais nada a dizer.

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software livre

LOL

Então depois quem é que da assistência , o zé dos tremoços?

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Re: software livre

A Sun não dá assistência no OpenOffice?

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Re: software livre

Não deves estar a querer comparar o Office com o OpenOffice

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Re: software livre

O MS Office é assim tão superior?

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Re: software livre

Pela pergunta estou a ver que não sabes, então se não o sabes porque é que pensas que o
OpenOffice é uma alternativa a exigência do trabalho dos organismos públicos.

É o chamado ir com o rebanho

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Re: software livre

Pela resposta estou a ver que só conheces o software da M$. A não ser que sejas vendedor M$, é pena que não conheças a realidade do software. Tal como tu a esmagadora maioria das pessoas não sabe que existem outros softwares tão ou mais poderosos mas que são grátis e podem ajudar a indústria nacional de uma forma consistente.
Existem milhares de aplicações Open Source que conseguem colmatar todas (ou quase todas , a bem do pluralismo) as necessidades de software da administração pública, já para não falar dos benefícios de ter software nacional para o caso de ter que haver aplicações feitas à medida, em vez de adaptar algumas aplicações à pazada com péssimos resultados como os péssimos exemplos de implementação da M$ e dos seus "partners" .
Exemplos:
Firefox, Safari, Opera, - Internet Explorer
Apache, Tomcat, Xitami - IIS
C++, Java, PHP, Python, Ruby, - C#, Visual basic
PostgreSQL, Mysql, Sybase - MsSQL.
Alfresco, Mambo, Drupal - Sharepoint
Caixa Magica, Ubuntu, Fedora, Opensuse, Freebsd, Opensolaris, - Windows
OpenOffice.org, Abyword, Neoffice, Google Docs, Koffice, IBM Lotus Symphony - MsOffice

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Re: software livre

long story short :

sim.

quem anda "lá por casa" ou "tenho um trabalho de português p'a fazer c'a stôra 'mandou" sim, justifica-se a alternativa open source.
em ambientes empresariais, regra geral (muito geral mesmo), opta-se pelo ms office.

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Re: software livre

De longe!!!! Se é usado em toda a sua plenitude na administração publica, a conversa já é outra. Provavelmente não. Mas vê o caso do acórdão da casa pia, que teve atrasos porque os funcionários do tribunal são nhurros a mexer no word, e teve a microsoft que intervir... Imagina com sw gratuito, com o open office por exemplo

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Re: software livre

Pois, imagina esta situação com o OpenOffice, quem é que la ia!? A pois é o Zé do Talho

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Re: software livre

o openoffice não é da sun sequer

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Re: software livre

Então os milhões de Euros gastos é para a assistência?

Também quero ser assistente, quanto me vão pagar, posso saber?

Isto vem mesmo a calhar, eu estou desempregado, é só mais um para a assistência...

a

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Re: software livre

Quando não se sabe do que se fala.... Mas isto é normal cá pelas terras de D. Afonso Henriques

Já agora os professores, médicos e policias trabalhavam a borla, era chamado o trabalho livre
fonix já viram a pipa de massa que esta gente levam de todos nos.

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Re: software livre

Esta noticia também não tem a prova do contraditório por isso podem ser milhões como centimos. Isto é o que eles dizem e estão claramente a vender a sua sardinha. Daí a serem esses números deve ir uma grande diferença.
O que é bom paga-se por isso não é espanto nenhum. Não há carros gratuitos, casas
gratuitas, electricistas gratuitos. Por estas e por outras é que acho que o que é livre nunca irá destornar o pago. Ninguém neste mundo dá alguma coisa a alguem e quando dão é de desconfiar. O software livre é muitas vezes financiado com publicidade. Quando a publicidade acabar o governo ficava sem software não?
Como disse anteriormente isto não é assim tão simples e linear e se por um lado se poderá poupar algum dinheiro por outro lado trás desvantagens. É só uma questão de se ver se as desvantagens compensam a poupança.

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Re: software livre

O governo pode usar as faculdades, por exemplo, para desenvolver software. Se uma empresa proprietária falir, perde o software! Se um software opensource "falir" outra pessoa pode pegar no código e continuar o projecto!

Exemplo concreto:
Microsoft Money, a microsoft descontinuou este produto, não é opensource, logo quem usava simplesmente teve de procurar alternativas sem capacidade de portabilidade!

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Re: software livre

Toda a assistência deve ser dada por pessoas competentes e certificadas.
O que se vê hoje em dia é que qualquer Zé dos Tremoços dá "assistência" aos produtos da Microsoft

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Re: software livre

Se o trabalho dos organismos públicos for lançar orçamentos em .docx e fazer folhas de cálculo em .xlsx, então o OpenOffice servirá perfeitamente.

Já se o trabalho ou a empresa requesitar de uma coisa com a função do sharepoint, aí a solução do OpenOffice já não se adequa.

Eu penso que não se podem por as coisas desta forma. Cada caso tem de ser visto separadamente para avaliar até que ponto a utilização requer software da Microsoft ou se se pode ter o mesmo apartir de soluções mais baratas ou até mesmo de borla.

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Re: software livre

Assistência Assistência, um numero para onde ligar e onde alguem do outro lado atende.

Quando tens problemas com a NET , não gosta de ligar para um numero e ter alguem, nem que seja para o mandar para onde o sol não brilha!?

Aqui também se aplica.

Também existe muito equipamento de linha branca, mas quem é que o compra? Todos perguntam logo e assistência , e garantia.

Esta na hora de acordar, toda a refeição tem um preço, não há almoços grátis

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Re: software livre

Quando tem um problema na canalização telefona à fábrica que desenvolveu os tubos da sua casa!? Telefona a um canalizador! DUH!

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Re: software livre

O Microsoft Sharepoint apenas funciona a 100% se usarmos somente produtos Microsoft. O uso do OpenOffice, se usar o Sharepoint apenas como repositório, não interfere em nada com o funcionamento do Sharepoint. Pode ser pensar ao contrário: substituir o Microsoft Sharepoint por alternativas!

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Zé dos Tremoços

Enquanto usares produtos da M$, tu é que és o Zé dos Tremoços mas como o Pai Natal não vai durar para sempre, habitua-te à ideia de que mais cedo ou mais tarde vais trabalhar com software livre. quando aí chegares vais perceber que até tu (o Zé dos Tremoços ) consegue fazer as coisa com uma perna ás costas.

O medo de ser livre faz-te ser orgulhoso de ser escravo.
(teoria da consistência conveniente)

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Re: software livre

qualquer pessoa com o mínimo de competência técnica, é capaz de dar assistência ao mesmo nível ou melhor do que a que é fornecida em relação ao software proprietário, para não dizer que o software livre é muito mais poderoso, seguro, eficiente, e adaptável.

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Re: software livre

"Olhemos, por exemplo, para o exemplo do polícia francesa, que conseguiu reduzir os custos com licenciamento em perto de 70% com a mudança para software livre. Ou para o Parlamento Italiano, que poupou um valor próximo 3 milhões só com a migração de 3500 desktops e 200 servidores para GNU/Linux e outros softwares livres. Dois casos de sucesso no meio de muitos."

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