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Pentágono quer drones que não possam ser pirateados

Os ataques informáticos podem trazer consequências desastrosas para a vida real. O Pentágono quer evitar que os helicópteros não tripulados caiam nas mãos inimigas ou que sejam vítimas de hackers. 

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O Pentágono está preocupado que armas e drones como o MH-6 Little Bird possam cair nas mãos dos inimigos. O drone referido, por exemplo, está equipado com misseís Hellfire e rockets Hydra, o que traz mais valor a qualquer arsenal. A preocupação principal é a possibilidade que este e outros veículos possam ser alvo de um ataque informático que consiga aterrar o drone em solo inimigo e que os militares norte-americanos possam perder o controlo. 
A DARPA está a trabalhar nas defesas eletrónicas dos drones e a criar protocolos de comunicações encriptados que os tornem imunes a estes ataques. O objetivo é que só o Departamento de Justiça ou os militares autorizados possam aceder ao controlo do veículo, às comunicações e ao material de vigilância, noticia o NextGov.
A equipa do HACMS, de High-Assurance Cyber Military Systems explica que os computadores estão ligados a uma rede e em comunicações frequentes que podem ser pirateadas. O programa do HACMS identifica e elimina ameaças de segurança a um nível sistémico usando linguagem de programação proprietária, e não C++ como é habitual. 
O objetivo é transitar tudo o que está programado em C++ para Ivory, esta nova linguagem, e passar a informação para a Boeing para que esta empresa possa também reprogramar o seu portefólio. A Boeing estima que consiga reprogramar 70% do seu código, cerca de 100 mil linhas, para esta nova linguagem de programação.