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Apple e IBM investem nas apps de monitorização de saúde

As duas gigantes tecnológicas têm uma parceria para a criação de um sistema que permita analisar dados clínicos recolhidos pelas apps do iPhone. 

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Tem grande potencial, mas o sofware que pode fazer do iPhone o "vigilante da saúde dos utilizadores" tem uma falha crítica detetada agora pela Apple

Tem grande potencial, mas o sofware que pode fazer do iPhone o "vigilante da saúde dos utilizadores" tem uma falha crítica detetada agora pela Apple

A plataforma da Apple já é usada em alguns hospitais para a monitorização de sinais vitais e obtenção de mais algums detalhes sobre o paciente. O utilizador tem de autorizar que esses dados possam ser partilhados com o Healthkit, de forma a que o médico possa ter acesso.

A Apple e a IBM querem facilitar este processo de partilha e até mesmo fornecer outros dados aos especialistas, que permitam um acompanhamento mais detalhado ao paciente. O serviço da IBM Watson Health Cloud é um serviço de computação colocado ao serviço da análise dos dados recolhidos pelo HealthKit. O objetivo primordial passa por dar aos especialistas e investigadores acesso a um manancial de dados recolhidos pelo software da Apple, explica a Technology Review.

O sistema pode funcionar de forma anónima, ou seja, sem se saber de que utilizador vêm aqueles dados. O vice-presidente da IBM, Steve Gold, explica que a app consegue dizer que ações deve realizar, personalizando o conselho de acordo com a idade, condição física e atividade.

Recorde-se que a IBM comprou recentemente a Explorys, uma empresa que tem uma base de dados de 50 milhões de registos médicos e é investidora na Pathway Genomics, também a operar na saúde.

O objetivo da parceria pode passar também por fornecer conselhos médicos especializados que as empresas possam disponibilizar aos seus funcionários depois. Nesta fase, o sistema do Watson apenas permite a leitura de dados numéricos e a criação de modelos analíticos. No futuro, o serviço vai ser aprimorado para que possa entender discurso falado e, dessa forma, cruzar dados de doentes com as notas gravadas dos médicos.