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Microsoft defende o fim do papel e canetas nas escolas

Uma executiva de Microsoft explica que as escolas atualmente parecem prisões, com tijolos, sem cores e sem nada de muito atraente. A solução pode passar pelo fim do uso de papel e caneta e substituição por soluções tecnológicas.

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Marc Dietrich

Lia De Cicco Remu, diretora de Partners in Learning da Microsoft, afirma que o uso de papel e caneta nas salas de aula não acompanha a evolução das crianças. Segundo esta executiva, as crianças atualmente não se exprimem usando um quadro e giz e escrevendo em cursiva. De Remu é a mais recente a juntar-se ao coro de críticos às escolas “tradicionais” e que defendem a utilização de tecnologias, como tablets, estiletes e apps para que as crianças aprendam mais, melhor e de forma mais interativa, noticia a Popular Science.

As salas de aula que integram tecnologias são vistas por estas pessoas como sendo mais interessantes, estimulantes da criatividade, motivação e auto-estima.

Há vários estudos que demonstram que os alunos aprendem melhor e de forma mais rápida quando são usadas tecnologias e ecrãs táteis, face à utilização de métodos tradicionais como lápis e giz.

A responsável da Microsoft deixou também um recado aos professores reticentes em usar tecnologias: «Mudem ou saiam de cena. A sério, não é justo para as crianças».