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EUA protegem Japão de ciberataques

O Japão tem apenas 90 pessoas dedicadas às suas questões de cibersegurança, mas conta agora com a proteção dos EUA contra ataques informáticos vindos, por exemplo, da China ou da Coreia.

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Os EUA pretendem proteger o Japão contra ciberataques com origem na China ou na Coreia do Norte. As duas nações assinaram um acordo onde se prevê a proteção também contra hackers que não sejam governamentais.

Recorde-se que o Japão é o território onde os EUA têm o seu maior contingente militar na Ásia e aquele pequeno país está desprotegido face a ciberataques, sendo lento a construir as suas defesas. No Pentágono trabalham mais de seis mil pessoas no departamento da cibersegurança, enquanto que no Japão são apenas 90 funcionários. Na iminência dos Jogos Olímpicos de 2020 em Tóquio, o Japão deve tornar-se um alvo preferencial de ciberataques, já se registando ataques a sites governamentais a cada poucos segundos, noticia a Reuters.

O acordo foi assinado em Singapura neste sábado e revelou uma estratégia mais musculada para responder a ataques com ciberarmas. A China já reagiu dizendo que esta parceria poderá trazer mais tensão às relações no continente.