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Kaspersky atacada com código malicioso Duqu

A Kaspersky detetou um ataque à sua rede interna perpetrado através do código malicioso Duqu, mas numa versão 2.0. 

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O Duqu 2.0 tentou obter informações sobre as investigações da Kaspersky e sobre a sua capacidade de detetar ameaças, noticia a Reuters. A empresa usou um programa que ainda está em pre-release e foi suficiente para impedir males maiores.

O Duqu 2.0 é um worm baseado no Stuxnet usado pelos EUA e por Israel para atacar as centrais nucleares iranianas. A Symantec suspeita que este ataque à Kaspersky tenha partido de múltiplas agências de espionagem.

Apesar de o ataque não ter tido consequências mais graves, é preocupante pensar-se que um governo possa considerar atacar uma empresa de segurança para criar tecnologia mais difícil de detetar. Depois desta situação, é bem possível que os investigadores privados, empregados da Kaspersky e da Symantec, por exemplo, deixem de cooperar com os investigadores públicos em assuntos de ciberdefesa. 

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