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Casa Branca estuda sanções contra companhias chinesas devido a ciberespionagem

Indivíduos e empresas chinesas que tenham beneficiado de ataques de hackers poderão ser alvo de sanções. Casa Branca deverá anunciar novas medidas dentro de duas semanas.

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Hugo Séneca

Na Casa Branca, começaram a ser estudadas eventuais retaliações contra as investidas de ciberespionagem alegadamente provenientes da China. Mas o alvo das hipotéticas sanções não deverá serro Estado Chinês, mas sim companhias ou mesmo indivíduos chineses suspeitos de terem tirado partido de segredos industriais dos EUA.

O Washington Post admite que, dentro de duas semanas, sejam anunciadas a presidência norte-americana anuncie novidades sobre esta matéria.

As acusações de ataques chineses às infraestruturas e redes dos EUA têm sido uma constante nos últimos anos – mas foram sempre rebatidos pela diplomacia chinesa. Entre os casos mais “sensíveis”, destacam-se os raides da denominada Unidade 61398, que agrupa um batalhão de hackers em Xangai, que são acusados de desviar centenas de terabytes de informação que se encontrava nos repositórios de instituições e empresas dos EUA. Em junho, a imprensa norte-americana deu conta de que hackers alegadamente oriundos da China terão acedido aos dados de mais de quatro milhões de trabalhadores dos EUA.

A Casa Branca ainda não se pronunciou oficialmente sobre a notícia avançada pelo Wahsington Post.

Nos contactos estabelecidos com fontes anónimas, a Reuters apurou que qualquer medida que venha a ser tomada nos próximos tempos deverá ter em conta as diretivas que o presidente Barack Obama já havia anunciado anteriormente com o objetivo de retaliar face às investidas de ciberespionagem chinesas. No rol de medidas previstas, figuram ações diplomáticas, restrições à importação de produtos, o reforço de legislação, e sanções contra indivíduos ou empresas que estejam relacionados com os ataques.

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