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DARPA investe 32 milhões na investigação de células vivas

A agência militar norte-americana vai investir 32 milhões de dólares na Broad Institute Foundry, um laboratório do MIT, em projetos relacionados com a investigação de células vivas.

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O objetivo da DARPA é encontrar tratamentos melhores para doenças, criar novos biocombustíveis ou desenvolver tecidos vivos, tudo com recurso a estas células vivas e programáveis, noticia a Popular Science.

Christopher Voigt, co-fundador do laboratório que vai receber o investimento, explica que se trata da investigação de células vivas que são programadas para navegar no corpo humano, identificar possíveis doenças e curá-las. Tudo isto será feito apenas com uma intervenção inicial dos cientistas e o resto da atividade está pré-programada logo na célula.

Este tipo de trabalhos está a ser desenvolvido há algum tempo e os investigadores aguardam pela maturação das células em alguns processos.

O comunicado da DARPA é vago no que diz respeito aos objetivos que a agência militar quer atingir com este investimento: «oferecer novos produtos para a saúde humana, agricultura e química e servir de mecanismo para resolver alguns dos grandes problemas do mundo», lê-se no texto.