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Consórcio chinês dá mil milhões pela Opera Software

A empresa que criou o browser Opera está em vias de passar para as mãos de um consórcio chinês, que oferece 71 coroas norueguesas por ação.

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Hugo Séneca

A Opera Software deverá mudar de mãos em breve. A administração da empresa aconselhou investidores e acionistas a aceitar uma oferta de compra apresentada por um consórcio que reúne várias empresas chinesas.

A proposta de compra do capital da Opera Software, que detém o browser Opera, poderá ascender a cerca de 1050 milhões de euros, refere a versão britânica da Ars Technica.

A proposta foi apresentada por um consórcio liderado pelo fundo Golden Brick Silk Road, que conta com a participação das empresas Qihoo e Kunlun.

A possibilidade de venda da empresa norueguesa começou a ser trabalhada no passado verão. Depois de analisar várias propostas, a administração da Opera deu luz verde à oferta liderada pelo fundo Golden Brick Silk Road que garante 71 coroas norueguesas (mais de sete euros) por cada ação da Opera.

Tendo em conta a aprovação da administração e que o valor apresentado corresponde a quase o dobro do atual preço por ação, tudo leva a crer que a Opera Software vai mudar de mãos.

Apesar de não figurar no top 3 dos browsers (Chrome, Internet Explorer, e Firefox), o browser Opera apresenta números de negócio promissores: mais de 350 milhões de utilizadores já terão descarregado este browser; em 2015, a empresa faturou mais de 167 milhões de euros e teve um lucro de mais de 28 milhões de euros.

O investimento que está em vias de se concretizar poderá exponenciar as oportunidades de negócio da Opera no mercado chinês – especialmente, através de sinergias com os serviços das empresas Qihoo e Kunlun.

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