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Facebook recolheu dados biométricos que não devia?

O caso está no tribunal depois de alguns utilizadores acusarem a Facebook de recolher e armazenar ilegalmente alguns dados biométricos.

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A questão neste caso em concreto prende-se com a falta de um pedido de autorização explícito do Facebook ao utilizador para recolher e guardar a imagem do rosto. O juiz de primeira instância considerou que a Facebook não podia recolher dados biométricos provenientes das fotografias dos utilizadores, noticia a Cnet.

O sistema de gestão de fotos da rede social de Zuckerberg constrói uma representação geométrica do rosto dos utilizadores e cria uma faceprint, uma impressão do rosto. Essas faceprints são depois usadas para sugerir tags quando são carregadas novas fotos. O utilizador tem de assinalar que não pretende que o Facebook faça este tipo de marcação e gestão.

Um grupo de utilizadores do Illinois acusa o Facebook de desrespeitar a legislação local no que diz respeito a dados biométricos, ao não pedir a autorização explícita do utilizador. Com a decisão desfavorável em primeira instância, é expectável que a Facebook decida recorrer da decisão, embora ainda não se conheça a posição oficial da empresa.

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  • O ataque WannaCry, que sequestrou dados de milhares de computadores em todo o mundo, veio dar razão aos alertas dos especialistas em segurança que têm vindo a alertar constantemente para o crescimento e perigos deste tipo de ataque. Felizmente, como acontece com a esmagadora maioria do malware, há formas de evitar esta e outras "infeções"