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O vinil rende mais que o YouTube? Para os artistas britânicos, sim

Um estudo da indústria fonográfica do Reino Unido conclui que os artistas daquele país conseguiram mais receitas com a venda de vinis do que com as visualizações no YouTube.

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A British Phonographic Industry, ou BPI, concluiu que em 2015 os artistas britânicos obtiveram 24,4 milhões de libras através das visualizações dos seus vídeos no YouTube. Apesar do crescimento de 88% no número de visualizações face a 2014, o dinheiro recebido foi menos do que se gerou com a venda de discos em vinil, 25,1 milhões de libras. As 26,9 mil milhões de visualizações online não geraram tantas receitas quanto a venda dos 2,1 milhões de LPs vendidos no ano passado. Em comparação, o Spotify teve um aumento das receitas de 69% para os 146,1 milhões de libras, noticia a CNet.

A equipa do YouTube já respondeu, lembrando que a indústria da música perdeu milhões com a pirataria e que o sistema de gestão e de defesa dos direitos de autor da plataforma permite aos artistas terem um controlo completo dos conteúdos e lucrar com isso. «O streaming de música com anúncios publicitários permite receitas de uma audiência que nunca pagou por música», diz o comunicado do YouTube.

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