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Com Trump, a gestão da Internet não deixará de ser americana

O futuro da gestão técnica da Internet entrou na agenda da campanha eleitoral dos EUA. O Congresso vai votar o futuro da Internet no dia 1 de outubro.

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Donald Trump, candidato à presidência dos EUA, não quer que a gestão técnica da Internet passe para as mãos de um organismo com representantes da comunidade internacional. No dia 1 de outubro, o Congresso dos EUA deverá votar uma proposta legislativa que retira ao governo dos EUA o poder da gestão técnica da Internet. E os representantes da campanha eleitoral do candidato republicano já vieram a público defender o voto contra a passagem do poder para um organismo internacional.

Stephen Miller, diretor da Política Nacional da Campanha Eleitoral de Donald Trump, diz que a passagem do poder de gestão é uma ameaça para a democracia: «A liberdade da Internet vai perder-se irremediavelmente, uma vez que não haverá forma de regresso ao passado depois de a perder».

Trump não está só na defesa de uma Internet gerida por americanos. O Senador Ted Cruz, que foi derrotado por Donald Trump na disputa pelo nomeado a candidato presidencial do partido Republicano, também já havia manifestado estar contra a iniciativa legislativa, informa a Reuters.

A passagem de poder tem vindo a ser trabalhada desde 2014 pela administração de Barack Obama – e pode ser encarada como um momento histórico na história da Internet. Atualmente, a gestão técnica da Internet é assegurada pela instituição não-governamental (de Internet Corporation for Assigned Names and Numbers).

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