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Trump assina ordem executiva que põe em risco a privacidade dos dados dos europeus

Saul Loeb/Getty Images

O acordo de proteção de dados entre os Estados Unidos e a União Europeia, que foi assinado em junho de 2016 depois de anos de negociação, pode ter ficado invalidado depois de mais uma ordem executiva de Trump.

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O que acontece aos dados dos europeus armazenados por serviços norte-americanos e vice-versa? Esta é uma das perguntas a que o acordo de proteção de dados entre os Estados Unidos e a Europa dá resposta. Segundo este acordo assinado em junho do ano passado, os dados pessoais oriundos da União Europeia ficam protegidos pelas leis europeias, que são mais protetoras da privacidade dos cidadãos que as leis americanas. Muitas empresas, incluindo os gigantes da tecnologia Apple, Google e Microsoft, aderiram ao acordo.

Apesar de a nova ordem executiva de Trump não mencionar a origem dos dados, tudo incida que os efeitos práticos contrariam o acordo. Isto porque o recém-eleito presidente dos Estados Unidos decidiu retirar os direitos de privacidade dos dados pessoas de todos os não cidadãos e não residentes dos Estados Unidos.

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