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Drones da Intel não estiveram sobre o Super Bowl em direto

Exame Informática

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A Intel revelou um pouco os bastidores da operação Super Bowl, onde 300 drones foram manobrados no ar, formando o logotipo da empresa e da Pepsi e explica que as filmagens ocorreram durante a semana.

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Os drones voaram por trás de Lady Gaga, formando um espetáculo de cor no céu noturno em cima do estádio de Houston onde decorreu a final da Super Bowl. Agora, a Intel explicou ao The Verge que a operação foi filmada durante a semana porque as autoridades não permitiram ter qualquer drone nos céus sobre o estádio numa altura em que milhares de pessoas se concentravam no solo. A FAA estipulou que nenhum drone poderia pairar num raio de 55 quilómetros à volta do estádio durante o evento.

Para esta coreografia, foram usados 300 drones Shooting Star, quadcópteros que medem cerca de 30 centímetros, pesam 28 gramas e têm autonomia de voo de até 20 minutos. Estes drones podem ser controlados em conjunto por apenas um piloto, o que facilita a realização de coreografias complexas. Cada drone está equipado com uma lâmpada LED capaz de mostrar uma de quatro mil milhões de cores, o que garante um espetáculo de cor “mágico”.
Veja o vídeo preparado pela Intel para apresentar este projeto.

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