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A 5G vista por dentro

Já são conhecidos os requisitos técnicos da quinta geração de telemóveis. Em 2018, deverão surgir as primeiras cidades cobertas com 5G… mas o upgrade exige avultados investimentos, o rearranjo de frequências, e a migração da TDT. Será 2020 um ano assim tão longínquo?

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Nas redes móveis quase tudo de novo – outra vez. A Organização Internacional das Telecomunicações acaba de dar a conhecer os requisitos técnicos que terão de ser respeitados com a quinta geração de redes de telemóvel (5G). O documento ainda está na fase de proposta, mas a avaliar pelo histórico, tudo leva a crer que será aprovado em novembro sem grandes alterações. O que, em termos práticos, significa o início de uma era de comunicações móveis a uma velocidade mínima de 100 Mbps, com latências que não podem ser superiores a quatro milissegundos e que, nalguns serviços mais críticos, não podem mesmo ter mais de um milissegundo. Para o consumidor são boas notícias, mas para os operadores e para as entidades reguladoras, a 5G é encarada de forma um pouco diferente: além de uma nova arquitetura, a 5G exige investimentos em licenças… e uma reconfiguração que obrigará a TDT que, hoje opera nos 700 MHz, a mudar de faixa espectral.

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