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Uber: 81% de lisboetas e portuenses querem apps alternativas aos táxis

Em vésperas de debate no Parlamento, a Eurosondagem apresenta um inquérito a mais de mil habitantes das duas maiores cidades portuguesas, que conclui que a maioria da população está a favor de apps alternativas às dos táxis.

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Um estudo encomendado pela Uber à Eurosondagem concluiu que mais de 80% dos lisboetas e dos portuenses estão a favor de legislação que permite o uso de apps que permitem reservar serviços alternativos aos dos táxis. O estudo, que recolheu respostas de 1.017 inquiridos, é apresentado dois dias antes de a nova lei ser submetida a debate na Assembleia da República.

«No que diz respeito à proposta de lei para regular aplicações como a Uber, 81,6% dos inquiridos concordam com a sua aprovação em sede parlamentar, enquanto apenas 4,9% se opõem», refere o comunicado da Uber. Entre os inquiridos que já usaram Uber, as respostas a favor da legalização sobem para 92,7%.

O estudo, que foi realizado através de inquéritos telefónicos no início de março, cruza ainda dois tipos de questões: uma que incide na melhoria que as tecnologias podem trazer à mobilidade urbana e outra que pretende saber o que os utilizadores pensam. Na mobilidade urbana, o estudo da Eurosondagem revela que 86,5% dos inquiridos veem nas tecnologias uma forma de melhorar a mobilidade dentro das cidades de Lisboa e do Porto (2,0% discordam). No que toca à aprovação das apps de transportes, o estudo apurou que 73,7% dos inquiridos concordam com a existência de um serviço como o da Uber, enquanto apenas 7,6% se opõe à existência desse mesmo serviço.

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