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Mobi.e já tem site novo

A Mobi.e, a entidade que gere os postos públicos para de carregamento de veículos elétricos, estreou uma nova página web, agora com informação atualizada.

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Os utilizadores de veículos elétricos queixavam-se que a página Web da Mobi.e já não era atualizada há muito tempo o que levava a apresentar informação perfeitamente desatualizada e até errada, como a menção a apps que já não estavam disponíveis.

O novo site começa com a mensagem «2017 está a ser o ano da transformação e, estamos certos, do crescimento da mobilidade elétrica em Portugal.A par das instalações de Postos de Carregamento Rápido que estão a ser efetuadas e do upgrade tecnológico que se irá iniciar em breve nos postos já instalados, estamos neste momento a desenvolver novas funcionalidades no site que serão progressivamente divulgadas. A sua área reservada está a ser totalmente renovada de forma a estar adaptada para dar resposta aos importantes acontecimentos e novidades que 2017 irá trazer para a Rede de Mobilidade Elétrica. Em breve, será também lançada a nova APP MOBI.E.»

Ainda ontem foram inaugurados oficialmente os novos postos de carregamento rápido (PCRs) no denominado «corredor norte de carregamento elétrico». A A1, que liga Lisboa ao Porto, conta agora com PCR nas áreas de serviço de Aveiras, Pombal, Leiria, Santarém e Antuã. Estes postos disponibilizam uma potência até 50 kWh o que permite carregar as baterias de alguns veículos elétricos a um ritmo de cerca de 100 km por 15 minutos de carregamento. Automóveis como o Nissan Leaf, BMW i3 ou Kia Soul EV podem fazer a ligação Lisboa-Porto a velocidades típicas de autoestrada com apenas uma ou duas paragens entre 15 a 30 minutos.

Além da informação renovada sobre os carregadores e a legislação, o novo site inclui informação para empresas que estejam interessadas em instalar postos deste tipo.
No entanto, uma rápida navegação pelo site demonstra alguns problemas. No campo de criação de um novo utilizador, o campo relativo à data de nascimento apresenta datas em inglês e obriga-nos a escolher percorrer todos os meses deste o atual até à data de nascimento, o que se revela muito demorado para quem tem 40 ou 50 anos. E, quando experimentámos pedir para alterar a password, fomos surpreendidos pela mensagem «Ocorreu um erro. Por favor tente mais tarde».

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