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E ao 102º dia, Trump decidiu reformar as tecnologias dos EUA

Donald Trump quer juntar os CEO das maiores tecnológicas a partir de junho

Alex Wong

Donald Trump assinou um decreto para a criação de Conselho para as Tecnologias que terá como principal missão modernizar o aparelho de Estado

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Dia 1 de maio pode ser feriado em muitos países da Europa, mas nos EUA foi a decisão de acelerar a reforma tecnológica que teve direito a boa parte dos títulos de jornais. Donald Trump agendou para 102ª dia de presidência dos EUA um decreto executivo com o propósito de criar um conselho para a modernização do aparelho de Estado. No âmbito desta medida, a Casa Branca passará a reunir cerca de 20 líderes de empresas tecnológicas a partir de junho, informa a Reuters.

A mesma Reuters cita o decreto presidencial no seguinte excerto: «Os americanos merecem melhores serviços digitais do respetivo governo. Para efetuar estas políticas, o governo federal tem de transformar e modernizar as suas tecnologias de informação e a forma como usa e distribui serviços digitais».

Apple, Facebook, Alphabet (grupo da Google), IBM, Microsoft, e Tesla figuram na lista de empresas convidadas a participar neste novo conselho consultivo.

A escassa popularidade de Trump durante a campanha eleitoral parece prolongar-se para ops lados de Silicon Valley, mesmo depois de Trump eleito. Quase todas as marcas referidas pela imprensa escusaram-se a comentar a iniciativa de criação do novo Conselho das Tecnologias.

Na Oracle há a confirmação de que o CEO Safra Catz estará presente na data que for anunciada para a reunião inaugural do novo Conselho, e a Recode refere que é possível que Virginia Rometty, líder da IBM, também se desloque à Casa Branca para o mesmo efeito.

Chris Liddell, ex-executivo da Microsoft, é o homem que vai liderar o novo Conselho para as Tecnologias da Casa Branca. Liddell terá como missão gerir os diferentes trabalhos e áreas de atuação, em coordenação com gestores de empresas e altos quadros dos diferentes setores do Estado. A este grupo deverá juntar-se o responsável máximo pelas tecnologias (um CTO, refere a imprensa norte-americana) dentro do aparelho de Estado – mas Trumpo ainda não nomeou qualquer pessoa para esse cargo.

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