exameinformatica

Uma parceria EXPRESSO

Siga-nos nas redes

Perfil

Mercados

Preço médio dos smartphones aumenta mais de 10% num ano

PHILIPPE HUGUEN/ Getty

Os consumidores portugueses gastaram 614 milhões de euros em gadgets, eletrodomésticos, e equipamentos de informática durante o primeiro trimestre de 2017. Apenas o segmento de Informática e Jogos registou uma quebra

  • 333

As vendas de bens tecnológicos continuam em crescimento – e para isso em muito terá contribuído o segmento dos smartphones, informa o mais recente relatório da GfK. A consultora revela que, durante o primeiro trimestre, os portugueses gastaram 614 milhões de euros em gadgets, eletrodomésticos, e equipamentos de informática. O total faturado reflete um aumento de 4,7% face ao primeiro trimestre de 2016. As vendas de telemóveis registaram um aumento de três por cento quando se comparam os primeiros trimestres de 2016 e 2017. A GfK revela ainda um crescimento de 10% no preço médio dos smartphones.

Tabela produzida pela GfK que revela os valores faturados nos vários segmentos dos bens tecnológicos durante o primeiro trimstre de 2017, em Portugal

Tabela produzida pela GfK que revela os valores faturados nos vários segmentos dos bens tecnológicos durante o primeiro trimstre de 2017, em Portugal

O aumento do preço médio pode ser indiciador de um potencial efeito da inflação, mas a GfK lembra que há ainda mais um fator que terá levado o preço médio dos smartphones a crescer: o aumento em mais de 10% do seu preço médio «indica que os Portugueses preferem comprar não apenas mais, mas sobretudo terminais mais caros e sofisticados, no atual contexto».

Nem todos os segmentos dos bens tecnológicos evoluíram do mesmo modo: a venda de equipamentos de informática e jogos registou uma perda de três por cento entre os primeiros trimestres de 2016 e 2017. A eletrónica de consumo registou uma perda marginal que não foi além dos 0,2%.

O top 3 de vendas dos segmentos que compõem os bens tecnológicos é liderado pelas telecomunicações (com 195 milhões de euros); Grandes Eletrodomésticos (120 milhões de euros) e Informática e Jogos (118 milhões de euros).

  • 333