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SIRESP: redundância custa oito milhões

Em 2006, o custo de uma redundância por rádio para toda a rede SIRESP não seria superior a 16 milhões de euros. O que levanta a questão: o que levou as autoridades a prescindirem de comunicações alternativas numa rede que custou 485 milhões ao País e deve funcionar quando as outras falham?

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Com um investimento de oito milhões de euros, seria possível instalar um upgrade que permitiria à Rede Nacional de Emergência e Segurança (conhecida pela sigla SIRESP) ficar à prova de apagões. A solução nada teria de especialmente revolucionário: bastaria recorrer a tecnologias de comunicação por rádio que já tem mais de 30 anos – e que, por motivos ainda por apurar, não foram adotadas pelo SIRESP aquando da assinatura do contrato em 2006.

«Esta solução poderia demorar um a dois anos a ser implementada na totalidade. Depende um pouco do budget que esteja disponível. Mas, no caso do SIRESP, a parte mais difícil e morosa, que está relacionada com a instalação das torres, já está feita», explica Nuno Marques, responsável comercial e um dos sócios da Wavecom.

(Este artigo é parte integrante da Exame Informática Semanal. Para continuar a ler CLIQUE AQUI – acesso gratuito)