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China quer proibir transações internas em Bitcoin

Os organismos reguladores na China pretendem proibir todas as transações domésticas feitas em Bitcoin, numa decisão que pode ter um impacto na ciberdivisa em todo o mundo.

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Exame Informática

As autoridades chinesas parecem estar a ver as criptomoedas como uma ameaça à divisa nacional e pretendem colocar um travão no fenómeno. De acordo com o Bitcoinity.org, três mercados chineses – Bitfinex, OkCoin e BTCC – representaram 45% do mercado global nos últimos 30 dias. Os investidores chineses têm apostado mais neste tipo de moedas em detrimento do yuan local o que poderá justificar alguma preocupação do governo chinês.

O The Wall Street Journal avança mesmo que os reguladores daquele país pretendem encerrar todas as transações internas em Bitcoin, não havendo para já confirmação oficial. No entanto, na sequência destas notícias, o valor das Bitcoin no mercado atingiu um novo mínimo de 4108 dólares. Apesar destes sinais negativos, responsáveis da BTCC e da OkCoin mantêm-se otimistas e revelam que ainda não foram contactados pelos reguladores no sentido de se suspenderem as atividades internas.

Já em 2013 a China tinha banido as criptomoedas de bancos e instituições financeiras.