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FBI não tem de identificar quem ajudou a piratear iPhone de criminoso

O caso do iPhone do atirador de San Bernardino continua a dar que falar. Uma juíza federal determinou que o FBI não tem de revelar detalhes sobre a operação que permitiu entrar no iPhone do suspeito.

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Exame Informática

O iPhone 5C do atirador de San Bernardino originou uma longa batalha legal em 2016. No final, o FBI conseguiu contratar uma empresa que forneceu uma ferramenta para aceder aos conteúdos do telefone. Agora, três empresas de media processaram o FBI e exigiam saber o nome do fabricante da ferramenta e quanto tinha sido pago, ao abrigo do Freedom of Information Act. Os jornais processaram o FBI alegando que o público tinha o direito de saber quanto dos seus impostos teria sido gasto para obter a técnica de hacking e que, além disso, a existência de uma vulnerabilidade secreta no iPhone poderia colocar em causa a segurança pública, noticia a CNet.

No entanto, uma juíza federal determinou que essa informação pode permanecer secreta. A magistrada deliberou nesse sentido explicando que as redes informáticas da empresa que criou a ferramenta de hacking podem não ser tão seguras quanto as do FBI e que revelar o seu nome poderia colocá-la na mira de outros piratas também.