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Todos os computadores e telemóveis da Apple estão vulneráveis às falhas Meltdown e Spectre

O iPhone esteve na origem do diferendo entre Samsung e Apple

A Apple informa que, em dezembro, já havia lançado updates para o macOS e para o iOS que sanavam a vulnerabilidade Meltdown. No caso da Spectre, o update será lançado nos próximos dias

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Todos os modelos de iPhones, iPads, e Macs estão vulneráveis às falhas de design de processadores Meltdown e Spectre, confirmou um documento de suporte da Apple .

Apesar de confirmar a vulnerabilidade dos equipamentos que produz, a Apple reitera, no documento divulgado pela imprensa internacional, que «não há conhecimento de casos de exploração das falhas que tenham gerado impacto nos consumidores».

A marca da maçã demorou um pouco mais a pronunciar-se sobre o assunto – mas já havia tomado precauções relativas à falha Meltdown no mês passado. O documento de suporte disponibilizado pela Apple recorda que os uptdates dos Sistemas operativos iOS 11.2, macOS 10.13.2, e tvOS 11.2 já permitem sanar a vulnerabilidade Meltdown, que permite aceder à memória de um computador, através do kernel usado para executar as diferentes tarefas.

No caso da Spectre, a solução poderá demorar um pouco mais: a Apple promete lançar atualizações nos próximos dias para sanar as vulnerabilidades das versões do browser Safari para iOS e macOS. Com estas atualizações, a Apple pretende evitar que potenciais ataques maliciosos a máquinas que correm processadores da Intel, ARM e AMD, tirando partido de uma falha associada à técnica de speculative execution, que leva a cabo as tarefas mais habituais previamente, mesmo antes de o utilizador as solicitar.

Atualmente, a Apple produz computadores com processadores Intel e telemóveis e tablets com design ARM.

A Apple não refere se os updates já disponibilizados para o Meltdown provocaram um decréscimo de desempenho (os primeiros investigadores que alertaram para a falha davam conta de perdas entre 5% e 30%), mas admite que a atualização para a Spectre possa ter consequências, levando a uma quebra máxima de 2,5% na performance do Safari.

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