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Como empregados da Google querem combater o ciberbullying

Cerca de cem funcionários da Google têm um plano com várias medidas para combater a perseguição interna e o ciberbullying. O grupo pretende que a empresa identifique e responsabilize os prevaricadores.

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Exame Informática

Um grupo de cerca de cem funcionários, formado no outono, pretedende acabar com a perseguição dentro da Google. Segundo estes empregados, a Google deve apertar as regras de conduta nos fóruns internos e contratar staff para assegurar que as políticas são seguidas. Estes funcionários pretendem parar com as conversas inflamadas e ataques pessoais nos fóruns internos da empresa.

Por outro lado, este grupo pede que a Google clarifique as responsabilidades dos acusadores, dos defensores, dos gestores e dos investigadores nos processos de Recursos Humanos, além de uma maior proteção aos empregados que são visados em casos considerados de bullying internamente.

A Reuters noticia que, depois da eleição de Trump, assistiu-se a uma bipolarização mais acentuada entre os funcionários da Google e de outras empresas. Assim, é cada vez mais frequente assistir-se a denúncias de perseguições contra empregados que tenham uma perspetiva diferente. Na Google, a promoção de um diálogo aberto, com pontos de vista contraditórios em termos de política e de ciência pode conduzir a discussões mais hostis em fóruns de discussão online.

A estratégia do grupo passa por abordar os gestores intermédios de forma informal para que a iniciativa possa depois chegar à gestão de topo da empresa. A porta-voz da Google, Gina Scigliano, recusou comentar o assunto, mas diz que a empresa já limita o que pode ser dito em ambiente de trabalho.

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