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Intel investe em startups para ajudar a manter a Lei de Moore real

A Intel anunciou o investimento de 72 milhões de dólares em 12 startups, com particular enfoque em empresas que desenvolvem chips. O objetivo parece ser ajudar a cumprir a Lei de Moore.

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Exame Informática

A própria Intel tem vindo a debater-se com dificuldades na altura de manter a Lei de Moore válida, prometendo, por exemplo, passar a produção de 14 para 10 nanómetros em 2019, depois de alguns atrasos.

Agora, a empresa anunciou o investimento de 72 milhões de dólares em 12 startups. O que se destaca das empresas escolhidas este ano é que se focam no desenvolvimento de chips. A Intel não revela quanto investiu em cada uma, nem com que posição ficou, embora se saiba que pediu entre 10 e 20% de cada para poder sentar-se nos conselhos de administração.

Entre as empresas que recebem este apoio, estão a Espressif, que já terá colocado mais de cem milhões de systems-on-a-chip no mercado e a Lyncean Technologias que acredita ter descoberto uma forma de teoricamente conseguir o processo de fabrico de dois nanómetros dentro de três anos. A inovação da Lyncean passa por criar um acelerador de feixe de eletrões completamente novo que possa produzir luz UV com características de laser.

Por outro lado, o The Register realça ainda a Movellus, uma empresa que quer automatizar o processo de design dos próximos chips, prometendo componentes mais pequenos, mais eficientes, mais baratos e de maior confiança. Por fim, a SiFive também vai receber um investimento da Intel e que pretende oferecer a possibilidade de se construir chips personalizados, de forma rápida e a um décimo do custo atual.