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Jogos online: há 11 pedidos de licença à espera. Santa Casa vai arrancar

Fairfax Media

Os jogos online faturaram 208 milhões de euros desde março de 2016. A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa vai lançar apostas a partir do site Placard.pt

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Os Serviços de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ) estão atualmente a analisar 11 pedidos de exploração de jogos de apostas na Internet em Portugal. Caso atribuam todas as licenças solicitadas, passará a haver 24 entidades autorizadas a explorar as apostas online no País.

Hoje, existem 13 entidades autorizadas a explorar os jogos de sorte e azar no mercado nacional. A mais recente licença de exploração foi atribuída à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), que pretende entrar neste segmento em associação com a Fundação Montepio, União das Misericórdias, Cáritas e Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO), noticia o Público desta terça-feira. SAS - Apostas Sociais é o nome dado à entidade liderada pela SCML.

Depois de um período de interdição e bloqueio técnico generalizado devido à necessidade de aplicação de novas leis e regulações, os jogos de apostas voltaram ao mercado nacional em maio de 2016 – tendo como requisito a atribuição de licenças de exploração.

Em quase dois anos de exploração comercial, os jogos online já faturaram 208 milhões de euros. O Público informa que os denominados jogos de fortuna e azar totalizaram 82 milhões de euros. O valor restante (125,7 milhões) é proveniente das apostas em resultados desportivos. Os valores são revelados pelas casas de apostas depois dos prémios serem pagos aos apostadores.

Com a atribuição da licença à SAS - Apostas Sociais, a SCML cumpre assim a previsão que vinha sendo dada como certa desde o ano passado. A SCML esclarece que o novo produto que deverá estrear no endereço Placard.pt a tempo de acompanhar o Mundial de Futebol, na Rússia, deverá ter finalidades diferentes da venda de apostas que hoje é levada a cabo com a marca Placard nas lojas tradicionais.

A SCML também recorda que os dois tipos de apostas, mesmo partilhando a marca, deverão ter gestões diferentes.