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Passou uma década: que é feito de ti, Magalhães?

Uma tese de doutoramento realizada na Universidade Portucalense apurou, em 2014, que 89,1% dos professores e 86% dos alunos «nunca ou raramente» usaram os Magalhães nas salas de aula. Apesar dos números, Paulo Campos, ex-secretário de Estado das Obras Públicas continua defender o projeto. Nuno Crato, antigo ministro da Educação, diz que os Magalhães já estavam «desacreditados» quando chegou ao Governo

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O impacto do Magalhães em Portugal? O OLX não explica tudo mas ajuda a ter uma ideia: uma pesquisa pelo nome do computador portátil que a JP.IK desenhou com a ajuda da Intel e da Prológica para distribuir por alunos dos primeiros seis anos de escolaridade devolve 671 anúncios – e cerca de 400 estão relacionados com a venda destes portáteis. Na lista de resultados, é possível confirmar que as entradas mais recentes não têm mais de um dia. Os preços variam entre 20 e 100 euros – o que surpreende pelo facto de o programa e-Escolinhas estar em vias de concluir mais de 10 anos e de mais de 370 mil alunos terem recebido o pequeno portátil com custos que iam da gratuitidade e um máximo de 50 euros. A venda de componentes e peças de substituição devolve mais de 200 entradas numa pesquisa do OLX e esse é também um sinal de vitalidade a considerar, uma vez que revela que, eventualmente, ainda haverá quem não tenha desistido de dar nova vida ao “seu” pequeno portátil. Mas há uma questão que o OLX não está em condições de responder: e nas escolas, o que ficou da passagem do Magalhães?

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