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Honor em Portugal: os objetivos e os novos smartphones

A marca anunciou a disponibilização do Honor 10 Lite em várias lojas físicas por um preço de €249,90

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Paulo Matos

Paulo Matos

Jornalista

A Honor, uma submarca de smartphones da Huawei vocacionada para um público jovem, realizou o seu primeiro evento oficial em Portugal para dar a conhecer a história, objetivos e portefólio da marca para o mercado nacional. Ke Cheng, responsável da Honor para Portugal, enfatizou que a marca coloca particular ênfase em dois aspetos nos seus produtos: novas tecnologias e design. Na prática, tem até servido como uma antecâmara de inovações que depois serão aplicadas aos smartphones da própria Huawei, como foi o caso da câmara dupla traseira ou de cores arrojadas no chassis (como aconteceu com o azul do Honor 8).

A Honor também estava habituada a ser mais associada à venda online, mas o cenário está agora a mudar-se para os consumidores portugueses. Paulo Almeida, responsável de compras da Phone House, explicou que a cadeia em que trabalha começou a vender a marca em loja na altura do Black Friday e que, em cerca de dois meses e meio, a Honor já é a quinta maior marca em volume de vendas.

Atualmente, o portefólio da Honor para Portugal é constituído pelos modelos 10, 9 Lite, Play e 8X, mas agora foi anunciada a disponibilização do Honor 10 Lite, que estará à venda por €249,90 nas lojas Phone House, PCDiga, Meo, Media Markt, Worten, Fnac e El Corte Inglés. A distribuição está a cargo da TechData.

Em termos de especificações, o Honor 10 Lite conta com processador Kirin 710, 3 GB de RAM, 64 GB de armazenamento, ecrã FHD de 6,2”, Android 9 (com EMUI 9), bateria de 3400 mAh, câmara dupla de 13 MP (f/1.8) + 2 MP (f/2.4) e frontal de 24 MP (f/2.0). Está disponível em três cores: azul, preto e um tom que faz uma gradação do azul para o prateado.

Para o final do mês está prometida uma novidade de peso: o Honor View 20, cuja apresentação mundial será em Paris a 22 de janeiro e que se destaca por não ter notch no painel frontal, apenas uma espécie de furo no canto superior.

Perante esta oferta, Ke Cheng mostra-se otimista e afirma acreditar que a Honor pode atingir «5% de quota de mercado até ao final do ano» em Portugal.