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Hotel japonês só com robôs vai despedir metade dos “funcionários”

A aposta em ter um staff quase exclusivamente composto de robôs não vingou e os responsáveis do Henn-na “Strange” Hotel anunciaram que vão “despedir” mais de metade dos “funcionários”

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Exame Informática

Usar robôs num hotel causou mais problemas para os hóspedes e os colegas humanos tiveram uma carga de trabalho acrescida, pelo que os executivos do Henn-na “Strange” Hotel avançam que vão ser despedidos mais de 120 robôs da equipa original de 243 selecionados inicialmente.

O Churi vai ser um dos afetados: este robô não conseguia responder a perguntas dos hóspedes sobre horários de funcionamento dos estabelecimentos comerciais nas imediações, dúvidas que a Siri, o Alexa ou o Google Assistant esclarecem facilmente.

O The Verge avança que também os velociraptors robóticos usados para fazer o check-in vão ser afastados, depois de os funcionários humanos terem de ser chamados para fazer o trabalho e tirar fotocópias dos documentos dos hóspedes. Os robôs encarregues de carregar as malas também vão ser dispensados, uma vez que apenas chegavam a 24 dos 100 quartos, não podiam ser usados com chuva ou neve e muitas vezes atrapalhavam-se um ao outro ao tentarem cruzar-se. O concierge robótico tinha dificuldades para responder a perguntas sobre horários de voos ou atrações turísticas nas proximidades e vai ser substituído por um humano.

O staff robótico foi criado há muito tempo e está desatualizado. A gestão do hotel explica que “despedir” metade dos robôs e empregar humanos vai ser mais barato do que atualizar para versões mais recentes e mais capazes.

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