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Apple: E se a crise de receitas levar o preço do iPhone a cair?

A marca californiana relaciona a perda de decréscimo na receita com as vendas de iPhones na China

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Francisco Garcia

A Apple anunciou, passada terça-feira, os resultados financeiros do primeiro trimestre de 2019, que incluem as vendas feitas durante a época festiva de 2018. No total, a receita rondou os 84,3 mil milhões de dólares (cerca de 73.85 mil milhões de euros), representando um decréscimo de cinco por cento relativamente ao ano passado.

"A receita de vendas dos iPhones decresceu 15% relativamente ao período homólogo do ano passado, enquanto que se sentiu um aumento de 19% nas vendas de outros produtos Apple", tal como referido no comunicado de imprensa da Apple.

Os analistas de mercado estimam que as receitas da Apple rondassem os 83,97 mil milhões de dólares e que cada ação da marca valesse 4,17 dólares cada. Foi a primeira queda sentida durante a época festiva desde a introdução do iPhone há dez anos.

No início do mês de janeiro, Tim Cook, CEO da Apple, alertou para uma eventual descida dos resultados devido à presença cada vez maior de produtos tecnológicos chineses nos mercados ocidentais.

A guerra comercial entre a China e os Estados Unidos da América (EUA) também pode ter contribuído para as vendas de iPhones no mercado chinês aquém das expectativas, abrindo uma janela de oportunidade para companhias como a Huawei, que tem vindo progressivamente a reforçar um lugar de destaque no mercado tecnológico.

À Reuters, Tim Cook afirmou que "em janeiro os resultados parecem estar a melhorar, relativamente ao que vimos em dezembro, pois a tensão comercial também diminuiu. Estou confiante que ambos os países irão arranjar uma solução da qual tirem ambos proveito".

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