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Pode a Inteligência Artificial terminar a “Sinfonia Inacabada” de Schubert? A Huawei fê-lo

Paulo Matos

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A Huawei recorreu à IA de um Mate 20 Pro para ajudar a criar o terceiro e quarto movimento da Sinfonia nº 8 de Schubert. Pode ver aqui uma amostra do resultado final

Paulo Matos

Paulo Matos

Jornalista

Criada em 1822, a Sinfonia nº 8 de Schubert ficou conhecida como “Sinfonia Inacabada”, uma vez que o autor apenas compôs os dois primeiros movimentos. 197 anos depois, a Huawei recorreu ao dual NPU (Neural Processing Unit) do smartphone Mate 20 Pro para juntar o poder da Inteligência Artificial (IA) à perícia humana e acrescentar os dois movimentos finais.

A demonstração decorreu no Cadogan Hall, em Londres, e, segundo a Huawei, a IA analisou o timbre, tom e métricas do primeiro e segundo movimentos da sinfonia para gerar a melodia para os movimentos finais e ausentes. Contudo, nem tudo ficou com a cargo da tecnologia, uma vez que a marca chinesa contou com a colaboração de Lucas Cantor, um compositor galardoado com um Emmy, para «organizar uma partitura da melodia fiel ao estilo» da Sinfonia nº 8 de Schubert.

Pode ver os três primeiro movimentos da atuação no Facebook Live que fizemos a partir de Londres.